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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Caso Sean - Descontruindo as mentiras de Goldman - Parte 1

Dizem que uma imagem diz mais que MIL palavras.

Que tal alguns videos? Para quem não entender a Lingua de Camões, sem problemas! Em alguns dos videos a seguir, há inserções de declarações feitas por exemplo, por psicólogos Americanos. Mais interessante ainda são os dois últimos videos.

Como é magnânimo o santo Alberto Roberto dos gringos.... quanta teatralidade! Ele fez o curso "Dolph Lundgren de atuação"?



Contradições de David Goldman - Parte 3

http://www.youtube.com/watch?v=EbFI39PnSac


Contradições de David Goldman - Parte 4

http://www.youtube.com/watch?v=glUx3nJ8xeM&feature=related


Contradições de DAvid Goldman - Parte 5

http://www.youtube.com/watch?v=ecmI9QlI2J4&NR=1


Contradições de David Goldman - Parte 6

http://www.youtube.com/watch?v=y33fXatl1mQ&feature=related


Contradições de David Goldman - Parte 7

http://www.youtube.com/watch?v=y33fXatl1mQ&feature=related




Não sei quem produziu esses videos. Seja lá quem for, OS NOSSOS MAIS SINCEROS PARABÉNS!

sábado, 14 de maio de 2011

Ancelmo Goes descobre que o buraco é mais embaixo...

Ei, Acelmo!

Só agora descobriu que não existe papai noel, coelhinho da páscoa, duendes, superman, Luke Skywalker, ET, homem aranha? Pois é, colega, além desses personagens não existirem, é óbvio que o "biopaizãããão do ano" não iria contar seus podres. Não iria contar para a CNN, por exemplo, que:

a) mesmo sabendo que o ex-sogro e avô materno de seu filho e galinho dos ovos de ouro estava gravemente doente, ele, como bom Dom Casmurro (*) rancoroso e ambicioso que é, não permitiu que o menino sequer TELEFONASSE para o avô. Ninguém esperava que o indivíduo tivesse o extremo da humanidade de trazer o filho para visitar o avô, mas, por questão de respeito ao filho, poderia ter pego o telefone e permitido que o menino ligasse para o avô;

b) Que ele, seus asseclas, patrocinadores e a Corte parcialista de New Jersey estavam todos de conluio para extorquir a familia do menino MAIS uma vez;

c) que ele só foi atrás do menino após tomar conhecimento do sucesso da ex-mulher como empresária que não apenas possuia quatro lojas nos pontos mais badalados (e caros) do Rio de Janeiro, como também sua confecção exportava produtos para a Europa, onde são vendidas nas boutiques infanto-juvenis mais chiques. Para um durango (por opção durante o casamento) como Goldman, isso foi sinal verde para ascender na vida num país que está em plena recessão e cujo capitalismo não é apenas selvagem, é CANIBAL (se duvida, recomendo mais uma vez assistirem a série de documentários de Michael Moore: Roger & eu, Tiros em Columbine, Farenheit 09/11, SOS Saude/ Sicko e sobretudo, Capitalismo: uma história de amor).

Link para a coluna do Ancelmo: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2011/05/13/a-coluna-de-hoje-380039.asp



(*) Para quem fugiu da escola, Dom Casmurro (1899) é um famoso romance escrito por Machado de Assis (1839 - 1908), e que também é autor da Memórias Póstumas de Brás Cubas e fundador da Academia Brasileira de Letras.
Dom Casmurro conta a intrigante história - escrita na primeira pessoa - de Bentinho (na infância) ou Bento Santiago, um homem que se casou com a amiga de infância, Capitu. Por sua personalidade dividida entre o que deveria ser (cursou o Seminário por exigência da mãe) e o que era (largou o Seminário para seguir uma vida normal e se tornou advogado), acabou cismando que a mulher tinha caso com seu melhor amigo, Ezequiel.
Quando Ezequiel morre, Bento encara a reação da esposa como sinal de que ela e Ezequiel fossem amantes. Pior: ele "entende" que o menino a qual Capitu dera a luz (e a quem, em comum acordo o casal Bento-Capitu dera o nome de Ezequiel) fosse filho do melhor amigo e por isso, rejeita o menino. Se fosse hoje era simples resolver a questão, Bento poderia recorrer ao Programa do Ratinho para pedir o exame de DNA ("Pórva qui us fio num é teu! Pórva!") ou, para ganhar dinheiro de forma vergonhosa, insistir no absurdo que a falecida era bígama.
A trama de "Dom Casmurro" é tão bem construída no sentido de dar espaço as mais diversas interpretações, que até hoje é alvo de teses. Outros tempos. Tempos em que a mediocridade do vil metal não ditava tanto o comportamento humano.



Ainda neste fim de semana: HOMENAGEM A MARIA AUGUSTA RIBEIRO CARNEIRO (Guta).

domingo, 17 de abril de 2011

Carta ao soldado anônimo

Caro anônimo:

Agradeço muito considerar nosso trabalho como "nobreza de sentimentos". Mas você se equivocou.

Não, não mudaremos o nome deste blog para FreeRicardoCosta, pois, o chamado "caso Sean" ainda NÃO está resolvido. Não enquanto David Goldman não parar de agir como um molequinho malvado, egoísta e ranheta que faz malcriação e contraria o que é CERTO, permitir que Sean tenha todo o contato que quiser com os parentes Brasileiros, mesmo que ele não venha ao Brasil.

David Goldman abandonou propositadamente o filho por QUATRO anos - e joga a culpa na Familia do menino (enquanto o "molequinho malcriado Dave" assim quis, a familia tinha que parar de viver, de trabalhar de respirar e de comer? Porquê? Que super poderes ele tem? A droga do passaporte azul? O Passaporte Brasileiro agora também é AZUL!); David Goldman NÃO trabalha, é "fiscal da natureza, setor pescaria"... para pagar as contas, sempre se apóia em expedientes pouco ortodoxos como passar a sacolinha entre gente inocente e generosa como você OU extorquir a familia do Sean.

Não, meu bem, este caso NÃO ESTÁ ENCERRADO e o blog vai continuar a se chamar DEIXEM SEAN FALAR, por que ele é símbolo da arrogância dos americanos nas relações com o Brasil e os Brasileiros.

Vamos continuar a retratar o drama das familias Bianchi Ribeiro e Lins e Silva, bem como acompanhar o caso do voo 1907 abatido pelo jato Legacy da Excell Aire; vamos também continuar a noticiar e apoiar a luta pela liberdade de Ricardo Costa e provavelmente, outros tantos casos de abuso de AMERICANOS e outros estrangeiros contra Cidadãos Brasileiros serão publicados aqui.

Atenciosamente,

o que a famosa reportagem da Piauí NÃO contou.



Uma revista ao (des)serviço do Brasil.



Na famosa reportagem que a revista Piauí, ed. 26, Nov 2008, há um trecho que me chamou muita atenção e, acredito, pelo desenrolar dos acontecimentos no caso Sean, sobretudo no tocante a reação da opinião pública, deve ter tido o mesmo efeito que uma mensagem subliminar, ainda mais que o trecho está inserido de tal forma que não há uma real divisão entre os assuntos.
Eis o trecho:

"Mais de dois séculos atrás, um pai italiano de linhagem bem mais nobre do que o americano Goldman passou por provação semelhante. Ele se chamava Alessandro Fé d’Ostiani (SIC), era conde e diplomata de carreira. Casara-se com Rita de Souza Breves, uma das filhas do comendador Breves, considerado o brasileiro mais rico de seu tempo, e cujas terras se estendiam de Itaguaí a Parati, da serra até o mar. Tiveram uma filha, Paulina, que ficou órfã de mãe aos 6 anos de idade, permanecendo sob os cuidados dos avós. Ao ser transferido de volta para a Itália, o conde foi proibido pela família Breves de levar a filha com ele. Precisou apelar para o imperador dom Pedro II e contou com uma escolta comandada pelo capitão Piragibe para fazer valer o mandado de busca e apreensão da filha. Tudo em vão. Piragibe e seus soldados foram escorraçados pelos homens armados da fazenda, e Fé d’Ostiani teve de partir sozinho. O comendador mandara avisar que era a última vez que o conde saía vivo de suas terras. Paulina só se reuniu com o pai quando mocinha."


O trecho em que é citado o caso Breves-D´Ostiani, conforme foi publicado. Clique para expandir.


Apesar de resumir um caso rumoroso na Corte de D. Pedro II em dois parágrafos, a PIAUI tinha que manipular ao gosto do freguês (Goldman, Embaixada dos EUA) esta triste história, uma das raras contendas de Vara de Familia do Império, contando que o Comendador Joaquim José de Souza Breves, como se fosse um sinhozinho Malta qualquer, "botou para correr até as tropas do Império para fazer valer a sua fútil vontade".

Se a imprensa no Brasil (e no mundo) não fosse um mero frívolo balcãozinho de negócios que não representa em absoluto os interesses da Sociedade, a PIAUÍ, como representante da imprensa, SE fosse necessário e imprescindível citar este caso ocorrido no século 19, teria gasto MAIS um parágrafo para explicar que o ex-genro do Comendador Breves, o Conde italiano D´Ostiani (*), não era uma florzinha que se cheirasse, não e que Maria Paulina só foi para a Itália quando já estava noiva do Conde francês Charles Jean Tristan de Montholon, embaixador da França na Suiça. Também poderia citar que após a doença e consequente morte de Rita, o Conde D´Ostiani, antes de retornar à Itália, não exigiu a filha, mas sim, todas as jóias da falecida. Mas, vamos ao que realmente interessa, vamos contar a história COMO ELA É, embasada em relatos históricos autênticos, documentados por Historiadores que não tem a menor intenção de "puxar braza para esta ou aquela sardinha".

O COMENDADOR MAIS RICO DO BRASIL E O TRÁGICO CASAMENTO DE SUA FILHA

O Comendador Joaquim José de Souza Breves, conforme a revista cita, era o homem mais rico do Brasil em sua época Tanto que vem desse período a expressão:"rico como um Brasileiro". Possuia terras no Vale do Paraíba, porém perto de outros fazendeiros, tinha poucos escravos. A quantidade chegava a 12 mil e, também diferente de outros fazendeiros, o Comendador Breves costumava ter com seus escravos uma relação a mais próxima e carinhosa o possível; raramente impunha castigos aos seus cativos. Tanto que os escravos tinham uma forma peculiar de cumprimentá-lo pelas estradas de terra batida a qual Comendador respondia: "que sei que és meu, isso sei; quero saber de qual fazenda."

Ele tinha mais chão do que escravos e era casado com a própria sobrinha Maria Isabel de Moraes Breves e o matrimônio não apenas aumentou-lhe a quilometragem de terras, como também lhe trouxe oito filhos, entre eles, Ritta. Inteligente e com trânsito fácil pelos salões da Corte, o Comendador Breves era amigo pessoal do Imperador D. Pedro II, porém tal amizade não o poupou, em 1850, de ser processado pela compra de escravos e, graças a uma boa banca de advogados, inocentado. Era escravagista, sim, mas não vestia a mortalha da hipocrisia que tantos outros ricos fazendeiros de seu tempo vestiram ao depararem-se com as novas regras impostas, não pelas mãos do imperador,mas pela exigente Inglaterra, que detinha então boa parte do Reino (naquela época, por exemplo, quase todo o comércio carioca estava nas mãos dos ingleses) e que, em 1808, já haviam exigido que D. João VI, avó de D. Pedro II, "abrisse os portos às nações amigas", ou seja, para despejarem suas tralhas industrializadas, a Inglaterra, que tinha assegurado a fuga da Familia Real Portuguesa para o Brasil cobrou a "sua taxa de serviços".


Em 1857, a filha do Comendador Breves, Ritta, contraiu núpcias com o diplomata italiano, Conde Alessandro Fé D´Ostiani no Rio de Janeiro. Viveram alguns anos no estrangeiro, mas a única filha do casal, Maria Paulina, nasceu no Vale do Paraiba, numa das fazendas do Comendador. Em seguida, o casal e a criança dividiam-se entre viagens ao estrangeiro e longas estadias na fazenda da Grama, em Passa-Três (RJ).


Naquela altura dos acontecimentos, Conde D´Ostiani, diplomata encarregado de negócios do Reino da Sardenha, era apenas mais um nobre falido vivendo as expensas do rico sogro fazendeiro Brasileiro, já que vivia como o próprio Rei da Sardenha.

EIS O QUE A PIAUÍ OMITIU ESTRATÉGICAMENTE E O QUE ELA RETRATA COMO "CORONELISMO"


Quando Maria Paulina tinha por volta de cinco anos, Ritta apresentou problemas emocionais. Trazida de volta ao Brasil, foi recolhida à fazenda da Grama, onde seus pais viviam e onde, supostamente, prepararam-lhe um quarto com reforçadas grades de ferro.
O Conde quis voltar a Europa com a filha, a fim de que a manutenção da menina consigo mantivesse o fluxo de dinheiro do sogro ao seu bolso - mas bem longe da esposa "doente dos nervos", método chavão de se livrar de uma esposa quando não se podia divorciar, ainda mais que os casamentos naqueles tempos eram regidos pelas Leis Eclesiásticas.

Conforme relato de Maurice Ternaux-Compans, diplomata francês servindo na representação da França na Corte do Rio de Janeiro, quando D´Ostiani resolveu voltar a Europa com a criança, a avó Maria Isabel preocupou-se com o bem estar de Paulina e resolveu que a neta não seguiria o pai, pedindo que seus escravos de maior confiança retirassem a menina da residência ocupada pelo pai no Rio de Janeiro e a levassem para os domínios dos Breves no Vale do Paraíba.
Vendo que seu plano de continuar curtindo a vida adoidado as expensas do "sogrão querido" ia por água abaixo, o Conde D´Ostiani resolveu finalmente trabalhar - em benefício próprio. Ele reclamou com o Governo Imperial quanto ao que Ternaux-Compans chamou de "rapto da condessinha" em seu relato.

Para não ter problemas com o filho da amante de Napoleão Bonaparte, o Imperador destacou o Barão de Piraí, Capitão Piragibe e soldados para retirarem a menina da fazenda. Ma non troppo. Bastou que o Comendador colocasse seus escravos de guarda e as tropas recuaram prudentemente (Óbvio! Uma que o Barão de Piraí era parente do Comendador Breves e; duas, o Comendador, como já citado, era amigo intimo do Imperador. Jogo de cena!), sem contar que a babá de Paulina que se chamava Lisão, a escondia em diversos locais diferentes enquanto ocorreu a "busca e apreensão" da menina.

Restou ao Exmo. Conde, tempos depois, enfiar a violinha no saco, mas não deixar de tentar sua tacada final: exigir todas as jóias de Ritta. Na altura do campeonato, a mãe de Paulina, com quem supostamente a criança tivera pouquissimo contato nos dois últimos anos devido ao enclausuramento, falecera.

Como processos de guarda de Paulina já se desenrolavam na Sardenha (apesar de nascida no Rio de Janeiro, prevalesceu a nacionalidade do pai, sardenho), os advogados de Breves, prevendo uma sensível piora nas relações entre o Brasil e a Sardenha, além da desvantagem jurídica que a familia Breves levava naquelas paragens - eram Brasileiros ricos, mas estavam disputando a guarda de uma criança sardenha aparentada do Rei da Sardenha! -, aconselharam o Comendador a fazer um acordo com o Conde. Eis o acordo:

o Comendador entregou ao Conde Alessandro TODAS as jóias de Ritta, uma fortuna incomensurável.

Por 11 anos, o Conde viveu a vidinha dele em Brescia, onde havia o Palácio de sua família, sem se preocupar com a filha, somente a reencontrando quando esta tinha 18 anos, por volta de 1868, 1870, e estava noiva do Conde De Montholon, neto do General amigo de Napoleão Bonaparte.

Conde Alessandro Fé D´Ostiani faleceu tempos depois e seu palácio foi doado pela filha a uma instituição de caridade.

Paulina e Charles De Montholon nunca tiveram filhos e o contato dela com quaisquer parentes consanguineos era apenas com a prima, Maria Isabel de Moraes Costa Breves, residente em Paris.

A "condessinha" faleceu em 1932 e deixou de herança apenas o epitáfio do marido.

O Comendador Joaquim José de Souza Breves faleceu em 1889, o mesmo ano da Proclamação da República, sendo que um ano antes, em 13 de maio de 1888, havia sido promulgada a Abolição da escravatura. Dias antes da assinatura da Lei Áurea, o comendador chegou a comprar escravos, pois não cria na possibilidade(insana para ele) de que o Governo Imperial pudesse jogar contra os principais fornecedores de divisas para o Reino.

Com o passar do tempo, os herdeiros não conseguiram administrar as terras e foram vendendo-as até que restasse muito pouco dos antigos domínios


. (*) Quando o sobrenome italiano é NOBRE, a letra "D" não é minúscula; é MAIÚSCULA. E essa regra vale para todos os sobrenomes nobres da Europa. No caso do Conde Alessandro Fé D´Ostiani, é uma contração de "Da Ostiani", uma vez que nobres como barões, tem o "Di" antes do sobrenome, marqueses tem "De". Lógico que não dá para exigir um mínimo de cultura heráltica de um jornalistazinho Brasileiro, muito menos de um jornalistazinho brasileiro que escreve para uma revista de extrema direita golpista!

BIBLIOGRAFIA

http://www.brasil.terravista.pt/magoito/2028/rei2.htm http://www.brevescafe.oi.com.br/ternau.htm http://www.brevescafe3.xpg.com.br/osti_legado.htm http://www.brevescafe.oi.com.br/joaq_orei.htm http://www.brevescafe3.xpg.com.br/osti_ritamaria.htm

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sean e Maria da Penha: casos emblemáticos e a força da mulher Brasileira

A Deputada Federal Jandira Feghali (PC d0 B/ RJ) publicou em seu website este texto interessante.


http://www.sigajandira.com.br/sean-goldman-e-maria-da-penha-casos-emblematicos-de-lutas-por-justica/

Nossos mais sinceros agradecimentos a ela. Independente do Partido político, toda ajuda é bem vinda e festejada, não importa se de direita ou de esquerda, o importante é nos unirmos em torno de causas que, como diz o título do post da Deputada, são casos emblemáticos.

No post passado, saímos do "caso Sean", para demonstrar o nosso apoio a outro caso estarrecedor, o "acidente" com o voo 1907 da Gol, em 2006.

Não, queridos e queridas: este blog não é FEMINISTA, não é XENOFÓBICO, não é LÉSBICO/GAY/SIMPATIZANTE e não é HOMOFÓBICO.

SOMOS TODOS BRASILEIROS. Merecemos o devido respeito, primeiro como Seres Humanos, depois como Cidadãos de um país legítimamente constituído, com Costituição Federal, com muita coisa errada, M-A-S muita coisa boa. Não importa a direção política, a opção sexual, a filosofia de vida e a Religião que segue (ou se é ateu); BRASILEIROS devem ser respeitados no BRASIL!

Orgulha-me muito um trecho da carta da sra. Rosane Gutjhar a respeito do oferecimento da GOL:
A Gol chegou a me oferecer a quantia de US$ 5 milhões de indenização. US$ 5 milhões pela vida do Rolf? US$ 5 milhões pela vida do meu marido? Não. Eu não quero o dinheiro, não há quantia no mundo que possa pagar a vida do meu esposo.


Ela se negou a colocar um preço no marido. Só isso! Ela não quer dinheiro, ela não quer status, ela quer JUSTIÇA! E, de preferência, que a JUSTIÇA pudesse restituir o marido dela ao seu lado, ao lado da filhinha de 8 anos que ficou orfã aos 4 aninhos.
Mas, como isso é impossível, ela fica por enquanto, apenas com a Justiça dos Homens, sabendo que DEUS Tem o marido Rolf ao Seu Lado.


A pergunta continua a mesma, no tocante ao tema principal deste blog: POR QUE 202 MIL DÓLARES para uma visita ao Sean, David Goldman? E por que tanta PREVENÇÃO contra o padrasto e a irmãzinha do Sean? Não seria porque o problema NÃO É absolutamente o Sean e sim, a sua ganância ("eeeeeeeeeeasy money!", como diz aquele personagem do Exterminador do Futuro) e ir a forra por ter sido preterido? Narcisismo é pooooouco neste caso, concordam?!


E, enquanto isso, uma mulher BRASILEIRA feita viúva por dois compatriotas do Goldman REJEITA uma proposta de indenização milionária por ter VERGONHA NO MEIO DA CARA, além de ser uma MULHER DE FIBRA, como d. Silvana Bianchi Ribeiro é.



Que coisa, não?!? Dez a zero para as Mulheres Brasileiras!

sábado, 2 de abril de 2011

Amoitado na moita que deve ter muitos coelhos

Já faz duas semanas que o advogado da familia Brasileira do Sean, o dr. Sérgio Tostes, tornou pública a denúncia de que Sean está sofrendo de "obesidade mórbida e depressão". Até o presente momento, nenhuma foto, nenhuma filmagem mostrando o CONTRÁRIO veio a público.

Para alguém como Goldman, que voltou-se contra uma decisão legal da Justiça Brasileira (Sigilo de Justiça em casos de Vara de Familia) e abriu o buézão para a imprensa (*), esse silêncio ou é um deboche com o Brasil, ou é sinal de que ele tem muito a esconder... para não perder a guarda de Sean. Lembrem-se que, tão logo Sean voltou para os EUA, a equipe de TV da NBC estava lá na cola dos dois, filmando até as idas e vindas ao banheiro. Ás vésperas dele lançar seu folhetim lacrimogênico e com uma denúncia que pode lhe causar sérios problemas, mais uma vez pergunto:

ONDE ESTÃO AS CONTRA PROVAS DA DENÚNCIA DO DR. TOSTES, GOLDMAN???????




(*) O Jornalismo, sobretudo no Brasil, NÃO é uma atividade realizada por pessoas conhecedoras das Leis (se cursaram ética na faculdade, é porque a faculdade é boa, na maioria das vezes não é), e os profissionais da imprensa do Brasil adoram, a-do-ram um forrobodó na falta de centenas de cadáveres mutilados .

domingo, 6 de março de 2011

Pega o Dave na mentiiiiraaaaaaaaa! - Parte #250

Voltando lá no famoso documento emitido em 17 de fevereiro de 2011, onde os advogados e o próprio declaram que

"Bruna havia registrado o nascimento de Sean no Consulado Brasileiro de Nova Iorque em 6 de outubro de 2000 e à ele foi subsequentemente cedido um passaporte e Certidão de Nascimento Brasileiros (2) - (2) Não está claro nos autos se David estava ciente de ou conssentiu essas ações de Bruna".



Eis a Resposta (préviamente respondida neste blog em...): SIM, ELE SABIA! ELE TINHA CIÊNCIA!!!



Veja no website do CONSULADO BRASILEIRO DE NOVA IORQUE os REQUISITOS para registro de menores de idade, filhos de Cidadãos Brasileiros.
http://novayork.itamaraty.gov.br/pt-br/nascimento.xml

1) certidão de nascimento americana, da qual conste o nome de ambos os genitores - original e uma cópia por registro;

2) carteira de identidade brasileira (cópia da frente e verso) ou passaporte brasileiro (cópia das paginas 1, 2 e 3) do(s) genitor(es) - original e uma cópia por registro;

3) certidão de casamento brasileira, se os pais forem casados no Brasil ou se já registraram o casamento no Consulado, ou certidões de nascimento de ambos os pais - original e uma cópia por registro;

4) se um dos genitores for estrangeiro, certidão de nascimento e o respectivo passaporte (o passaporte poderá ser substituído pela "driver's license" se o genitor for americano) - original e uma cópia por registro;

5) formulário fornecido gratuitamente pelo Consulado, ou baixado neste sítio, devidamente preenchido e assinado pelo pai ou mãe brasileiro(a), sem abreviaturas, à máquina ou em letra de imprensa, com caneta azul ou preta;

6) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade do registrando com foto e assinatura;

7) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade dos pais, com foto e assinatura; no caso de registro de maiores de 18 anos, deverão também ser apresentadas duas testemunhas que confirmem conhecer o registrando, portando documento de identidade com foto e assinatura; alternativamente, o registrando poderá trazer dois affidavits (ver modelo) de testemunhas que declarem conhecê-lo, com assinaturas reconhecidas por Notário Público (Notary Public), juntamente com cópia dos documentos de identidade com foto e assinatura das testemunhas.




Uma perguntinha: aquele documento de 17/02/2011 é oficial, né? Então, presume-se que devia constar A VERDADE nele.


PERJÚRIO é crime nos EUA, mesmo que tenha ocorrido através de um documento de "opinião"?


Faça o correto, Goldman: pára com essa briga besta, com essa sua marra, com esse revanchismo imbecil e


DEIXE O SEAN FALAR!

DEIXE O SEAN VER SEUS FAMILIARES BRASILEIROS SEM RESTRIÇÃO!

sábado, 17 de abril de 2010

Infelizmente, uma má noticia.

http://www.conjur.com.br/2010-abr-16/padrasto-sean-nao-indenizacao-acao-david-goldman


Um absurdo.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

MORDAÇA NO MENINO, MORDAÇA NA FAMILIA E MORDAÇA NOS INFIÉIS!

Quando D. Silvana e sr. Raimundo retornaram dos EUA em 04 de abril, a imprensa Brasileira divulgou que, não somente os avós maternos foram impossibilitados de verem o neto - apesar do psicólogo americano que RECOMENDOU a visita dos avós para que a transição de Sean fosse mais tranquila - como também que "a bondade" de David
Goldman se esgotou. Nos dias que se seguiram a vergonhosa "devolução de Sean ao "papi-herói", D. Silvana pode "conversar" com o neto por 30 segundos...

"Oi Sean!"
"Oi nonna!
"Tá tudo bem aí, querido? Chegou bem, meu anjo? Tá comendo direitinho?"
"Eu cheguei inteiro, nonna. Tá fazendo frio aqui. Eu estou tent..."

- - - sinal de telefone desligado- - -


...e em Inglês. No mesmo pacote de notícias, ainda há o pedido para que a familia materna de Sean "não darem mais nenhuma declaração à imprensa".

Oras, oras, oras! Vindo de um sujeito (e entourage) que transformou um mero caso de Vara de Familia em "incidente internacional", saiu aos quatro ventos lavando roupa suja em público, distribuindo spams pelo mundo inteiro contando sua lacrimogênica e inverídica história, difamando familiares do seu filho inclusive na Escola onde mãe e pai sócioafetivo estudaram, este pedido é uma PIADA INFAME. Aqui no Brasil, segundo seus fanáticos seguidores, "pau que dá em Chico também dá em Francisco"; logo, vamos utilizar esta linha de raciocínio: se pau que dá em Chico também dá em Francisco, a familia materna de Sean Bianchi TEM todo o DIREITO de divulgar a manipulação, a tentativa de LAVAGEM CEREBRAL a que está sendo submetido Sean. é direito deles a denúncia à imprensa, é direito desta familia gritar contra o aviltamento de seus direitos! E é por isto que existe este blog: para não desamparar a Familia materna de Sean, para apoiar o DIREITO INALIENÁVEL DA IRMÃZINHA DE SEAN em ter contato com seu irmão mais velho e preservação da memória da mãe de Sean, Bruna Bianchi, que foi espezinhada e difamada sem que ela pudesse se defender.

O que a maioria esmagadora do público que considerou correto o retorno de Sean aos EUA não sabe é que a entourage dele é tão tranquila e equilibrada quanto hooligans ingleses em confronto com a torcida do Barcelona em final de campeonato da Eurocopa.

Há um americano (*) que entrou em contato comigo no começo deste ano e relatou uma história escabrosa: ele, como jornalista independente, começou a pesquisar o fenômeno do caso Sean na mídia, estranhando o fato de que nos EUA o caso sempre é apresentado como "o pai-herói que está tentanto reaver o filho sequestrado por um grupo de Brasileiros perversos e que estão fazendo lavagem cerebral no menino". Em suas pesquisas, ele chegou ao administrador do website. Quando perguntou, por e-mail, se David Goldman estaria enriquecendo as custas do website, o administrador, de forma agressiva, disse-lhe que ele seria processado se continuasse a fazer este tipo de questionamento. Poucos dias se passaram e, "misteriosamente", ele começou a receber telefonemas e mensagens eletrônicas onde era bastante ofendido. Quem teria passado a informação sobre as perguntas que ele fez ao administrador do website de Goldman e, como os "Goldhooligans" tiveram acesso ao telefone do rapaz?

Ele me pediu ajuda, e tentei ajudá-lo na medida do possível. Porém, ele não entrou mais em contato, provavelmente deve, ou ter se afastado do caso para não ser processado (que Democracia!) ou o processo da qual foi ameaçado está correndo em SEGREDO DE JUSTIÇA. Lei da mordaça. Cala boca. Censura. Lá pode; aqui, não.
"Faça o que falo, não faça o que faço".


(*) Reservo-me, como criadora e mantenedora deste blog de notícias e abrigando-me na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, promulgada em 5 de outubro de 1988, a não divulgar o nome do indivíduo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Perguntas sem respostas

Desde que tomei ciência da batalha jurídica em torno da guarda de Sean Bianchi, uma série de perguntas foram se formando na minha cabeça. Algumas foram respondidas, outras, não.
Então compartilho com os leitores algumas dessas perguntas:


1) Durante 5 anos, David Goldman não procurou o filho no Brasil. Por quê?


2) Antes de ter conhecido Bruna, David Goldman era modelo e podia ficar viajando de um lado para outro do oceano Atlântico (EUA - Europa) e foi na Itália (Continente europeu...) que ele conheceu a Bruna. Então, por que ele, sendo um desempregado (por opção), sem maiores vínculos com o país dele (exceto pelos pais, ele não tem emprego que o prenda aos EUA, ele não formou outra família nos EUA depois do divórcio) simplesmente não se mudou para o Brasil para ficar perto do filho?


3) O que prendia David Goldman aos EUA, para não poder mudar-se para o Brasil?


4) Antes mesmo de desfazer as malas, David Goldman "tratou de organizar" (ele não, a sua assessoria de imprensa!) uma entrevista coletiva onde expressou, apoiado a sua advogada Patricia Apy, a disposição agora de pleitear uma indenização de 500 mil dólares americanos a título de "gastos processuais".
Sabendo-se que ele é desempregado (por opção), não é de família rica, mantém um website que hospeda uma página de recolhimento de donativos e (até ser denunciado) o website mantinha uma loja virtual de produtos estampados com o rosto de Sean, como ele pôde bancar esse processo "do próprio bolso" para pleitear agora uma indenização?


5) Por que o Exmo. Juiz Presidente do STF, Gilmar Mendes, prontificou-se tão solicitamente a ser "juiz de plantão" às vésperas de natal e julgando o "Caso Sean", quando um ano antes, ele havia sido criticado por dar Hábeas Corpus ao banqueiro DANIEL DANTAS, preso em uma operação da Polícia Federal, chamada SATIAGRAHA, em situação semelhante - era o único juiz de plantão? Por que em ambos os plantões desse Emérito Juiz de Direito, sempre há força$ e$tranha$ operando e ele julga sempre a CONTRA o interesse do Povo Brasileiro?


6) O que a advogada de David Goldman, Patricia Apy considera como "avó normal"? O que ela quer dizer com isso? D. Silvana Bianchi seria um ser extraterrestre?


7) Quanto a NBC pagou à David Goldman pelo direito de exclusividade pela lavagem de roupa suja em público?

Isso que é ser PAI?!?




Sean não pode falar PORTUGUÊS, idioma que falou diariamente por cinco anos.

Isso que é ser PAI, Goldman?!? Explica aí, que até agora a fichinha não caiu....

Me parece muito mais um carcereiro de prisão, que não permite o preso de se comunicar. Goldman não está RESPEITANDO o fato de Sean ser um pré-adolescente, que, em 24 de dezembro de 2009 ele deixou no Rio de Janeiro a família que ELE CONHECIA, os amigos, os colegas de escola, a irmãzinha que ele carregou no colo enquanto os adultos batiam a cabeça e choravam a morte da MÃE DELE.

Quando ele saiu dos EUA - seja lá qual foi o motivo pela qual Bruna assim decidiu - ele não passava de uma criancinha de quatro anos que não entendia o que se passava em sua volta, só os sentimentos. Agora, ele é um PRÉ-ADOLESCENTE, entende o que acontece em torno dele, entende seus DIREITOS, entende que ele DEVERIA SER OUVIDO para expressar sua VONTADE.

Se era para se tornar CARCEREIRO, Goldman, porque gastou tanto dinheiro DOS OUTROS (dinheiro recolhido de doações e vendas no famoso website)? Abrisse o jornal no caderno de empregos e fosse buscar o cargo pretendido - e não pleitear a custódia de um filho que sim, é biológico, mas a quem você não faz a menor questão de entender e respeitar?