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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Voo 1907: Até as pedras do Arizona sabem...

MPF pede pena maior para envolvidos no acidente da Gol

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1148416&tit=MPF-pede-pena-maior-para-envolvidos-no-acidente-da-Gol


O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça um recurso contra as sentenças aplicadas aos pilotos norte-americanos e aos controladores de voo, denunciados como responsáveis pelo acidente entre o boeing da Gol e o jato Legacy. O desastre, que é considerado a segunda maior tragédia da aviação brasileira, aconteceu em setembro de 2006 e causou a morte de 154 pessoas.

Para o MPF, não foi reconhecida na decisão em primeira instância a má-fé processual dos réus. A defesa dos pilotos norte-americanos teria sustentado por sete meses que as testemunhas de defesa deveriam ser ouvidas em depoimento, mas acabou juntando ao processo as declarações escritas das testemunhas. Além de atrasar o trâmite da ação penal, o MPF considera que a iniciativa gerou gastos públicos com diversos ofícios e contato entre a Justiça Federal e o Departamento de Cooperação Internacional.

Além disso, o órgão sustenta que deveria ser fixado um valor mínimo para reparação dos danos; que a pena aplicada deveria ser aumentada e que não deveria ser substituída pela prestação de serviços comunitários. O recurso pede a ainda a condenação do controlador de voo Jomarcelo Fernandes, que foi absolvido apesar de ter sido considerado "extremamente incompetente" no exercício da profissão.





***


Vejam que o Ministério Público Federal quer uma penalização maior aos dois supostos portadores de brevê, os sres. Palladino e Lepore, não a ridícula, absurda e debochada pena de R$3500,00 de multa mais algumas horinhas de prestação de serviços comunitários - a serem cumpridas nos EUA -, além da condenação do controlador de voo Jomarcelo Fernandes (até agora não entendi a culpabilidade dele - talvez não ter dado as mamadeiras de leite de cabra com biotônico Fontoura pros dois gracinhas lembrarem que tinham que usar o TCA/Transponder -, mas enfim, vamos lá).

Parece que finalmente o Ministério Público Brasileiro está acordando para a dor imensurável de 153 familias Brasileiras, já que um dos passageiros era justamente cidadão americano.

Após ler esta animadora notícia, nos deparamos com uma mensagem deixada para o blog de um dos corneteiros do biológico pai de Sean Bianchi. Tão ridícula que foi o primeiro ponto de discórdia da equipe do blog nestes quase 18 meses de existência do Deixem o Sean Falar: publicar ou não publicar. Chegou a ser publicada por menos de 10 minutos, até que resolvemos deletar, por usar palavras de baixo nível contra a avó de Sean.

O fato é o seguinte, corneteiro anônimo: em vistas de todos os casos comentados neste blog, é cristalina a necessidade dos MPs (Ministérios Públicos) e o Governo Brasileiro não se deixem curvar diante de um mero advogadinho - brasileiro - enviado a mando de um embaixador, para passar o pano para qualquer aventureiro gringo que acha que seu passaporte vale mais no Brasil do que a vida de 154 pessoas juntas; que um aproveitador sem coração, abandone o seu filho Brasileiro-Americano por cinco anos e só procure novamente o menino quando a mãe do garoto morreu, pois visa não a reconciliação com o menino, mas apenas faturar alto em cima de um fato que não existiu, mas foi maquiado, produzido, forjado.

Sim, a opinião pública estadunidense está fula com a liberação de Casey Anthony. Pois é tão claro que ela matou a própria filha que até as pedras do Arizona sabem de cor e salteado o que ela fez com a menininha.

Quero só ver a população dos EUA, os 300 milhões de americanos ficarem fulos quando os 1000 dias de cárcere de RICARDO COSTA chegarem. MIL DIAS de cárcere injusto, sem julgamento, totalmente arbitrários.

Quero só ver a população dos EUA se recusar a embarcar em aviões da American Airlines pois esta airlines emprega um ASSASSINO em massa como piloto. Nem carregador de malas o stronzo é; ele é PILOTO. E não sabe pra que serve o TCAS! Será que já aprendeu?!?



Aposto e ganho que as pedras do deserto do Arizona sabem de tudo isso e algo mais. Pena que elas não tem direito a Livre expressão....

domingo, 17 de abril de 2011

Carta ao soldado anônimo

Caro anônimo:

Agradeço muito considerar nosso trabalho como "nobreza de sentimentos". Mas você se equivocou.

Não, não mudaremos o nome deste blog para FreeRicardoCosta, pois, o chamado "caso Sean" ainda NÃO está resolvido. Não enquanto David Goldman não parar de agir como um molequinho malvado, egoísta e ranheta que faz malcriação e contraria o que é CERTO, permitir que Sean tenha todo o contato que quiser com os parentes Brasileiros, mesmo que ele não venha ao Brasil.

David Goldman abandonou propositadamente o filho por QUATRO anos - e joga a culpa na Familia do menino (enquanto o "molequinho malcriado Dave" assim quis, a familia tinha que parar de viver, de trabalhar de respirar e de comer? Porquê? Que super poderes ele tem? A droga do passaporte azul? O Passaporte Brasileiro agora também é AZUL!); David Goldman NÃO trabalha, é "fiscal da natureza, setor pescaria"... para pagar as contas, sempre se apóia em expedientes pouco ortodoxos como passar a sacolinha entre gente inocente e generosa como você OU extorquir a familia do Sean.

Não, meu bem, este caso NÃO ESTÁ ENCERRADO e o blog vai continuar a se chamar DEIXEM SEAN FALAR, por que ele é símbolo da arrogância dos americanos nas relações com o Brasil e os Brasileiros.

Vamos continuar a retratar o drama das familias Bianchi Ribeiro e Lins e Silva, bem como acompanhar o caso do voo 1907 abatido pelo jato Legacy da Excell Aire; vamos também continuar a noticiar e apoiar a luta pela liberdade de Ricardo Costa e provavelmente, outros tantos casos de abuso de AMERICANOS e outros estrangeiros contra Cidadãos Brasileiros serão publicados aqui.

Atenciosamente,

domingo, 27 de março de 2011

... Não, a OAB não dormiu com o barulho!

OAB: fundação parece seguir direitos humanos aplicados em Guantánamo

Extraído de: OAB Brasília, 25/03/2011 -

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou hoje (25) que a crítica feita à OAB pela Fundação Bring Sean Home (Tragam Sean para Casa), criada por amigos do norte-americano David Goldman, pai biológico do menino Sean, é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Na avaliação de Ophir Cavalcante, o conceito de direitos humanos dessa fundação parece ser similar aos praticados em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. "Para a entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor", afirmou o presidente da OAB, destacando que a entidade não ingressa no mérito da questão e, em momento algum, defendeu família A ou B, uma vez que o embate já está judicializado. As críticas à OAB foram, feitas no site da Fundação porque Ophir solicitou à presidenta Dilma Rousseff que intercedesse junto ao presidente dos EUA, Barack Obama, para viabilizar que os avós maternos do menino - que vive nos Estados Unidos - pudessem visitá-lo. Sean Goldman foi alvo de disputa desde que sua mãe, a brasileira Bruna Bianchi, o trouxe para o Brasil sem a permissão de David Goldman, em 2004. Bruna morreu em 2008 e o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar para que Sean voltasse aos EUA para viver com o pai. A Justiça dos EUA vem negando os pedidos de visitação dos avós brasileiros. A seguir a íntegra da declaração feita pelo presidente nacional da OAB: "A OAB não ingressa no mérito da questão, que já se encontra judicializada e em momento nenhum está defendendo família A ou a B, o direito do pai biológico ou pai do brasileiro. O que a Ordem defende é que a família de Sean Goldman no Brasil, com quem o menor passou toda a sua infância, possa ter contato com ele. A crítica feita pela fundação à OAB é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Nos parece que o conceito de direitos humanos dessa fundação é similar aos direitos humanos que se pratica em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. A Ordem sempre defendeu e defende a instituição família. Para á entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor, que, atualmente, vive nos Estados Unidos".

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2620658/oab-fundacao-parece-seguir-direitos-humanos-aplicados-em-guantanamo


Moral da história: Gotô, nenê? Té mais, té?!?



Imagem: http://sitelhp.wordpress.com/page/2/