PRIMEIRA FASE DA SÉRIE A :
1o) FLAMENGO -
21 Pontos/ 7 jogos/ 7 Jogos vencidos/ 0 empates/ 0 Derrotas/ 13 GP/ 3 GC/ 10 SG
2o) BOA VISTA
3o) RESENDE
4o) NOVA IGUAÇU
5o) VASCO -
7 Pontos/ 7 jogos/ 2 Jogos vencidos/ 1 empates/ 4 Derrotas/ 16 GP/ 9 GC/ 7 SG
PRIMEIRA FASE DA SÉRIE B :
1o) FLUMINENSE -
18 Pontos/ 7 jogos/ 6 Jogos vencidos/ 0 empates/ 1 Derrotas/ 20 GP/ 9 GC/ 11 SG
1o) BOTAFOGO -
17 Pontos/ 7 jogos/ 5 Jogos vencidos/ 2 empates/ 0 Derrotas/ 19 GP/ 7 GC/ 12 SG
Partidas de hoje, 27/03/2011:
Resende x Macaé
Cabofriense x Americano
Bangu x Volta Redonda
Flamengo x Madureira (Jogo em andamento / 16:56h: Fla 1 x Mad 1 -Estádio: Claudio Moacyr)
RESULTADO: FLA 3 x MAD 3.
Fluminense x Vasco (começa 18:30h; Estádio: Engenhão)
RESULTADO: FLU 0 x VASCO 0.
JÁ ATUALIZADO.
domingo, 27 de março de 2011
... Não, a OAB não dormiu com o barulho!
OAB: fundação parece seguir direitos humanos aplicados em Guantánamo
Extraído de: OAB Brasília, 25/03/2011 -
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou hoje (25) que a crítica feita à OAB pela Fundação Bring Sean Home (Tragam Sean para Casa), criada por amigos do norte-americano David Goldman, pai biológico do menino Sean, é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Na avaliação de Ophir Cavalcante, o conceito de direitos humanos dessa fundação parece ser similar aos praticados em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. "Para a entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor", afirmou o presidente da OAB, destacando que a entidade não ingressa no mérito da questão e, em momento algum, defendeu família A ou B, uma vez que o embate já está judicializado. As críticas à OAB foram, feitas no site da Fundação porque Ophir solicitou à presidenta Dilma Rousseff que intercedesse junto ao presidente dos EUA, Barack Obama, para viabilizar que os avós maternos do menino - que vive nos Estados Unidos - pudessem visitá-lo. Sean Goldman foi alvo de disputa desde que sua mãe, a brasileira Bruna Bianchi, o trouxe para o Brasil sem a permissão de David Goldman, em 2004. Bruna morreu em 2008 e o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar para que Sean voltasse aos EUA para viver com o pai. A Justiça dos EUA vem negando os pedidos de visitação dos avós brasileiros. A seguir a íntegra da declaração feita pelo presidente nacional da OAB: "A OAB não ingressa no mérito da questão, que já se encontra judicializada e em momento nenhum está defendendo família A ou a B, o direito do pai biológico ou pai do brasileiro. O que a Ordem defende é que a família de Sean Goldman no Brasil, com quem o menor passou toda a sua infância, possa ter contato com ele. A crítica feita pela fundação à OAB é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Nos parece que o conceito de direitos humanos dessa fundação é similar aos direitos humanos que se pratica em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. A Ordem sempre defendeu e defende a instituição família. Para á entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor, que, atualmente, vive nos Estados Unidos".
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2620658/oab-fundacao-parece-seguir-direitos-humanos-aplicados-em-guantanamo
Moral da história: Gotô, nenê? Té mais, té?!?
Extraído de: OAB Brasília, 25/03/2011 -
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou hoje (25) que a crítica feita à OAB pela Fundação Bring Sean Home (Tragam Sean para Casa), criada por amigos do norte-americano David Goldman, pai biológico do menino Sean, é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Na avaliação de Ophir Cavalcante, o conceito de direitos humanos dessa fundação parece ser similar aos praticados em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. "Para a entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor", afirmou o presidente da OAB, destacando que a entidade não ingressa no mérito da questão e, em momento algum, defendeu família A ou B, uma vez que o embate já está judicializado. As críticas à OAB foram, feitas no site da Fundação porque Ophir solicitou à presidenta Dilma Rousseff que intercedesse junto ao presidente dos EUA, Barack Obama, para viabilizar que os avós maternos do menino - que vive nos Estados Unidos - pudessem visitá-lo. Sean Goldman foi alvo de disputa desde que sua mãe, a brasileira Bruna Bianchi, o trouxe para o Brasil sem a permissão de David Goldman, em 2004. Bruna morreu em 2008 e o Supremo Tribunal Federal concedeu liminar para que Sean voltasse aos EUA para viver com o pai. A Justiça dos EUA vem negando os pedidos de visitação dos avós brasileiros. A seguir a íntegra da declaração feita pelo presidente nacional da OAB: "A OAB não ingressa no mérito da questão, que já se encontra judicializada e em momento nenhum está defendendo família A ou a B, o direito do pai biológico ou pai do brasileiro. O que a Ordem defende é que a família de Sean Goldman no Brasil, com quem o menor passou toda a sua infância, possa ter contato com ele. A crítica feita pela fundação à OAB é injusta, desmedida e reflete um preconceito em relação à defesa dos direitos humanos. Nos parece que o conceito de direitos humanos dessa fundação é similar aos direitos humanos que se pratica em Guantánamo ou aos destinados aos presos cubanos nos Estados Unidos, ou ainda aos de civis mortos em guerras no Oriente Médio. A Ordem sempre defendeu e defende a instituição família. Para á entidade, é necessário que, independentemente de onde esteja o menor, os familiares possam exercer o seu direito de visitação livremente, sem ter que se submeter a regras ou imposições desarrazoadas que visam a impedir que haja um simples contato entre a família brasileira e o menor, que, atualmente, vive nos Estados Unidos".
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2620658/oab-fundacao-parece-seguir-direitos-humanos-aplicados-em-guantanamo
Moral da história: Gotô, nenê? Té mais, té?!?
Imagem: http://sitelhp.wordpress.com/page/2/
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BSH,
Ministra Maria do Rosário Nunes,
OAB,
Ophir Cavalcanti,
Resposta a altura
sábado, 26 de março de 2011
... E a OAB vai dormir com esse barulho?
Em 23/02/2011, foi publicado em diversos portais de noticias que o Jurista e presidente da OAB, o advogado OPHIR CAVALCANTI defendia que o Governo Brasileiro devesse agir a favor da familia Bianchi Ribeiro (ver: "Brasil deve agir no caso do menino Sean, defende jurista da OAB" e ver também: "Fundação critica postura da OAB sobre caso Goldman")
Em resposta a tal posição da Ordem dos Advogados do Brasil, a (pseudo) fundação Bring Sean Home enviou uma carta ao Dr. Cavalcanti onde critica e joga indiretas contra a Ordem. Veja abaixo:
Carta da Fundação Bring Sean Home para a OAB
Prezado Sr. Cavalcante,
Escrevemos em reposta à sua carta dirigida a Presidente Dilma Rousseff, datada 20 de março de 2011, na qual o senhor requisita que Vossa Excelência interceda junto ao Presidente Obama em favor dos avós maternos de Sean Goldman. Gostaríamos de aproveitar a ocasião para ressaltar algumas considerações que deveriam ter sido feitas antes deste pedido.
O senhor teve a oportunidade de ler o parecer do Juiz Michael Guadagno da Corte Superior de Nova Jersey, EUA? Pedimos porque embora o senhor tenha feito uma referência à decisão, nos parece que o senhor esta inferindo que a corte de Nova Jersey tenha negado o pedido de visitação feito pelos avós maternos. Como advogado, o senhor certamente deve ter cuidadosamente lido e compreedido a opinião legal anexada a esta decisão. A decisão de 17 de fevereiro de 2011 claramente define que os avós maternos não tiveram seus direitos de visitação negados. O juiz estabeleceu que "o pai de Sean, David Goldman, havia concordado em permitir as visitas mediante algumas condições; porém os avós rejeitaram essas condições e buscaram pela via judicial compeli-lo a essa visitação, passando por cima das determinações estabelecidas pelo pai. Pelas razões que serão demonstradas em seguida, o pedido de regulamentação de visitas foi julgado improcedente." Mais adiante o Juiz Guadagno declara que "dado às provas documentadas dos danos que os Ribeiros causaram a Sean no passado, as condições de David para as visitações eram eminentemente razoáveis" e que "conquanto o pedido dos avós seja negado, eles continuam a deter a chave da visitação com seu neto. O cumprimento das condições justas e razoáveis estabelecidas por David permitirá a eles novamente usufruir da relação especial reconhecida pelo legislador quando aprovou o Estatuto das Visitas de Avós do Estado de Nova Jersey." (GVS - Grandparents Visitation Statute).
Mesmo sabendo que os avós maternos poderão visitar Sean desde que cumpram com as "condições justas e razoáveis", o senhor requisitou a intervenção dos presidentes do Brasil e dos EUA por acreditar que esta situação se assemelhe a uma crise humanitária! Deixaremos que o povo brasileiro julgue se isto é um bom uso do tempo e recursos de sua presidente. Gostaríamos de ressaltar a natureza hipócrita de sua posição diante das declarações anteriores de sua organização em 15 de março de 2009, na qual criticou a pressão dos Estados Unidos pelo retorno do Sean sob a Convenção de Haia. O então presidente da OAB, o Sr. Cézar Britto, declarou que a OAB se opunha a qualquer tática que impugnasse a soberania do judiciário brasileiro neste caso. No entanto, é exatamente isto o que o senhor está fazendo ao impugnar a soberania da justiça americana. Sob a lógica da OAB, a pressão do governo americano no judiciário do Brasil é inaceitável, enquanto pressão do governo brasileiro no judiciário americano e nas cortes de jurisdição competentes de acordo com a convenção de Haia, é perfeitamente legítima.
É também interessante que o senhor se refere a Convenção de Haia como um mecanismo legal no qual os avós maternos têm direito a visitação quando no passado a família brasileira conclamara que este tratado não era válido enquanto Sean estava no Brasil. Além do mais, sua sujeição em relação à Convenção de Haia, demonstra uma distorção gritante na finalidade da própria Convenção. Sugerimos que o Sr. leia os Artigos 7, parágrafo [f] e Artigo 21, sobre 'os direitos de acesso' ao abrigo da Convenção. Está claro que os direitos de acesso são para aqueles genitores que tiveram seus filhos abduzidos! Não é preciso ser um jurista para saber que uma criança raptada, que foi devolvida por meio da Convenção de Haia não pode, de forma alguma, ser considerada como tendo sido re-abduzida após seu retorno ao seu país de origem.
Senhor Cavalcante, é interessante notar que o senhor e a OAB jamais expressaram nenhuma preocupação sobre a violação de direitos humanos que resultou na abdução e retenção ilegal do menor Sean Goldman por mais de 5 anos. Se direitos humanos são tão importantes para a OAB, talvez o seu tempo seja melhor aproveitado defendendo pais e mães brasileiros cujos filhos foram abduzidos dentro do território nacional ou para países estrangeiros, além de apressar a resolução de casos de abdução sob a Convenção de Haia tanto no Brasil quanto no exterior. Nós temos certeza que estes pais e mães vitimas de abdução adorariam ter o apoio da OAB.
Não nos surpreenderia se a Presidente Dilma Rousseff tenha tido o bom senso de não trazer à tona este assunto em seu encontro com o Presidente Obama.
Sinceramente,
Fundação Bring Sean Home
Como a OAB não é um clube de senhorinhas pós menopausa que passam os dias jogando tranca, o motivo de tal carta arrogante e despropositada foi uma carta endereçada a uma senhora que, mesmo pós menopausa, não é uma senhorinha qualquer, é a PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF. Veja agora a carta da OAB:
Carta da OAB à presidente Dilma
Excelentíssima Senhora
Presidenta Dilma Rousseff
Brasília, DF
Como deve ser de conhecimento de Vossa Excelência, em face de o assunto ter ganhado repercussão na mídia internacional, são inúmeras as dificuldades impostas pela justiça norte-americana para contatos regulares dos familiares brasileiros ao menor Sean Goldman, algumas das quais caracterizando uma clara violação aos preceitos e normas relativas aos direitos humanos.
Por esta razão, sente-se a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sem entrar no mérito de decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal assegurando a guarda da criança ao pai biológico residente naquele país, no dever de apelar para sua intercessão junto ao Presidente dos Estados Unidos da América do Norte, Barack Obama, no sentido de que cessem os óbices às visitas de caráter afetivo, naturais nas relações familiares que os unem.
Ocorre que, a partir de posterior decisão proferida pela Justiça norte-americana, negou-se à família brasileira e à criança o direito à convivência familiar, mesmo que por meio de visitas no território daquele País, e, além disso, proibiram-se contatos telefônicos que não fossem realizados em língua inglesa, bem como a utilização da palavra 'saudade'.
Esperamos que Vossa Excelência, como mãe, entenda o sentido desse apelo, que não visa criar embaraço diplomático, mas exclusivamente reiterar o compromisso de nossa Nação com a integridade da Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como da Convenção de Haia, que identificam na família um valor indispensável para a formação da sociedade.
Diante do exposto, apresento nossos protestos de respeito e consideração.
Cordialmente,
Ophir Cavalcante Junior
Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
Espera ai:
* O tal "pai" se une a um grupo interessado financeiramente no que virá através da esculhambação das Leis e dos cidadãos de um país Democrático e livre - pior: aceita tudo de bom grado;
* Quando a opinião pública do país dele se desinteressa do assunto e o "pai" está para lançar um livro com a versão dele sobre os 5 anos em que deixou de livre e espontânea vontade de ver o filho, ocorre alguns eventos importantes - a) o descaso do pai com o avô do menino que mesmo doente foi impossibilitado de ver a criança em virtude dos interesses capitalistas do pai, de uma rede de tv, da editora de livros e do grupo mantenedor da tal fundação; b) a morte do avô e a não comunicação da morte do mesmo ao menino, que tem grande apreço e amor pelo pai de sua falecida mãe; c) a revolta geral da opinião pública Brasileira e da América Latina, que finalmente entendeu as péssimas intenções mercantilistas do pai.
* Quando uma Ordem de Classe, a mais importante do BRASIL, resolve pedir a atuação do Governo Brasileiro a fim de que representantes do Consulado Brasileiro em Nova Iorque possam visitar o menino (a fim de observar se ele está bem, se está integrado a nova vida dele), bem como apoiar a avó e outros integrantes da familia no simples pedido de visitação sem EXIGÊNCIAS ABSURDAS E QUE VISAM APENAS LUCRO, descamba essa "fundação" lá das profundezas sei lá de onde, desqualificando a OAB.
Quer um espelho pra se enxergar, D´Amico???? Além do espelho, te dou um par de botas pra ir caçar sapo no meio do brejo!
Pelo jeito, pagar o Zamariola que deve estar cobrando a peso de ouro, pagar tradutores e tradutoras Português - Inglês, manter website, pagar webdesigners, "manter" o juiz marido da senior associated tá saindo caro... só USD200 mil cobre as dívidas trabalhistas e honorários? É, vocês não podem mais vender canequinhas, aventais de cozinha, chaveirinhos, camisetas com a carinha do Sean e esse livro que não sai, né? Teve pré-venda, pouca gente comprou (rsrsrsrs!!!).... e ainda essa turma de brasileiros vem atrapalhar os negócios, né?! Dureza!
Em resposta a tal posição da Ordem dos Advogados do Brasil, a (pseudo) fundação Bring Sean Home enviou uma carta ao Dr. Cavalcanti onde critica e joga indiretas contra a Ordem. Veja abaixo:
Carta da Fundação Bring Sean Home para a OAB
Prezado Sr. Cavalcante,
Escrevemos em reposta à sua carta dirigida a Presidente Dilma Rousseff, datada 20 de março de 2011, na qual o senhor requisita que Vossa Excelência interceda junto ao Presidente Obama em favor dos avós maternos de Sean Goldman. Gostaríamos de aproveitar a ocasião para ressaltar algumas considerações que deveriam ter sido feitas antes deste pedido.
O senhor teve a oportunidade de ler o parecer do Juiz Michael Guadagno da Corte Superior de Nova Jersey, EUA? Pedimos porque embora o senhor tenha feito uma referência à decisão, nos parece que o senhor esta inferindo que a corte de Nova Jersey tenha negado o pedido de visitação feito pelos avós maternos. Como advogado, o senhor certamente deve ter cuidadosamente lido e compreedido a opinião legal anexada a esta decisão. A decisão de 17 de fevereiro de 2011 claramente define que os avós maternos não tiveram seus direitos de visitação negados. O juiz estabeleceu que "o pai de Sean, David Goldman, havia concordado em permitir as visitas mediante algumas condições; porém os avós rejeitaram essas condições e buscaram pela via judicial compeli-lo a essa visitação, passando por cima das determinações estabelecidas pelo pai. Pelas razões que serão demonstradas em seguida, o pedido de regulamentação de visitas foi julgado improcedente." Mais adiante o Juiz Guadagno declara que "dado às provas documentadas dos danos que os Ribeiros causaram a Sean no passado, as condições de David para as visitações eram eminentemente razoáveis" e que "conquanto o pedido dos avós seja negado, eles continuam a deter a chave da visitação com seu neto. O cumprimento das condições justas e razoáveis estabelecidas por David permitirá a eles novamente usufruir da relação especial reconhecida pelo legislador quando aprovou o Estatuto das Visitas de Avós do Estado de Nova Jersey." (GVS - Grandparents Visitation Statute).
Mesmo sabendo que os avós maternos poderão visitar Sean desde que cumpram com as "condições justas e razoáveis", o senhor requisitou a intervenção dos presidentes do Brasil e dos EUA por acreditar que esta situação se assemelhe a uma crise humanitária! Deixaremos que o povo brasileiro julgue se isto é um bom uso do tempo e recursos de sua presidente. Gostaríamos de ressaltar a natureza hipócrita de sua posição diante das declarações anteriores de sua organização em 15 de março de 2009, na qual criticou a pressão dos Estados Unidos pelo retorno do Sean sob a Convenção de Haia. O então presidente da OAB, o Sr. Cézar Britto, declarou que a OAB se opunha a qualquer tática que impugnasse a soberania do judiciário brasileiro neste caso. No entanto, é exatamente isto o que o senhor está fazendo ao impugnar a soberania da justiça americana. Sob a lógica da OAB, a pressão do governo americano no judiciário do Brasil é inaceitável, enquanto pressão do governo brasileiro no judiciário americano e nas cortes de jurisdição competentes de acordo com a convenção de Haia, é perfeitamente legítima.
É também interessante que o senhor se refere a Convenção de Haia como um mecanismo legal no qual os avós maternos têm direito a visitação quando no passado a família brasileira conclamara que este tratado não era válido enquanto Sean estava no Brasil. Além do mais, sua sujeição em relação à Convenção de Haia, demonstra uma distorção gritante na finalidade da própria Convenção. Sugerimos que o Sr. leia os Artigos 7, parágrafo [f] e Artigo 21, sobre 'os direitos de acesso' ao abrigo da Convenção. Está claro que os direitos de acesso são para aqueles genitores que tiveram seus filhos abduzidos! Não é preciso ser um jurista para saber que uma criança raptada, que foi devolvida por meio da Convenção de Haia não pode, de forma alguma, ser considerada como tendo sido re-abduzida após seu retorno ao seu país de origem.
Senhor Cavalcante, é interessante notar que o senhor e a OAB jamais expressaram nenhuma preocupação sobre a violação de direitos humanos que resultou na abdução e retenção ilegal do menor Sean Goldman por mais de 5 anos. Se direitos humanos são tão importantes para a OAB, talvez o seu tempo seja melhor aproveitado defendendo pais e mães brasileiros cujos filhos foram abduzidos dentro do território nacional ou para países estrangeiros, além de apressar a resolução de casos de abdução sob a Convenção de Haia tanto no Brasil quanto no exterior. Nós temos certeza que estes pais e mães vitimas de abdução adorariam ter o apoio da OAB.
Não nos surpreenderia se a Presidente Dilma Rousseff tenha tido o bom senso de não trazer à tona este assunto em seu encontro com o Presidente Obama.
Sinceramente,
Fundação Bring Sean Home
Como a OAB não é um clube de senhorinhas pós menopausa que passam os dias jogando tranca, o motivo de tal carta arrogante e despropositada foi uma carta endereçada a uma senhora que, mesmo pós menopausa, não é uma senhorinha qualquer, é a PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF. Veja agora a carta da OAB:
Carta da OAB à presidente Dilma
Excelentíssima Senhora
Presidenta Dilma Rousseff
Brasília, DF
Como deve ser de conhecimento de Vossa Excelência, em face de o assunto ter ganhado repercussão na mídia internacional, são inúmeras as dificuldades impostas pela justiça norte-americana para contatos regulares dos familiares brasileiros ao menor Sean Goldman, algumas das quais caracterizando uma clara violação aos preceitos e normas relativas aos direitos humanos.
Por esta razão, sente-se a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sem entrar no mérito de decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal assegurando a guarda da criança ao pai biológico residente naquele país, no dever de apelar para sua intercessão junto ao Presidente dos Estados Unidos da América do Norte, Barack Obama, no sentido de que cessem os óbices às visitas de caráter afetivo, naturais nas relações familiares que os unem.
Ocorre que, a partir de posterior decisão proferida pela Justiça norte-americana, negou-se à família brasileira e à criança o direito à convivência familiar, mesmo que por meio de visitas no território daquele País, e, além disso, proibiram-se contatos telefônicos que não fossem realizados em língua inglesa, bem como a utilização da palavra 'saudade'.
Esperamos que Vossa Excelência, como mãe, entenda o sentido desse apelo, que não visa criar embaraço diplomático, mas exclusivamente reiterar o compromisso de nossa Nação com a integridade da Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como da Convenção de Haia, que identificam na família um valor indispensável para a formação da sociedade.
Diante do exposto, apresento nossos protestos de respeito e consideração.
Cordialmente,
Ophir Cavalcante Junior
Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
Espera ai:
* O tal "pai" se une a um grupo interessado financeiramente no que virá através da esculhambação das Leis e dos cidadãos de um país Democrático e livre - pior: aceita tudo de bom grado;
* Quando a opinião pública do país dele se desinteressa do assunto e o "pai" está para lançar um livro com a versão dele sobre os 5 anos em que deixou de livre e espontânea vontade de ver o filho, ocorre alguns eventos importantes - a) o descaso do pai com o avô do menino que mesmo doente foi impossibilitado de ver a criança em virtude dos interesses capitalistas do pai, de uma rede de tv, da editora de livros e do grupo mantenedor da tal fundação; b) a morte do avô e a não comunicação da morte do mesmo ao menino, que tem grande apreço e amor pelo pai de sua falecida mãe; c) a revolta geral da opinião pública Brasileira e da América Latina, que finalmente entendeu as péssimas intenções mercantilistas do pai.
* Quando uma Ordem de Classe, a mais importante do BRASIL, resolve pedir a atuação do Governo Brasileiro a fim de que representantes do Consulado Brasileiro em Nova Iorque possam visitar o menino (a fim de observar se ele está bem, se está integrado a nova vida dele), bem como apoiar a avó e outros integrantes da familia no simples pedido de visitação sem EXIGÊNCIAS ABSURDAS E QUE VISAM APENAS LUCRO, descamba essa "fundação" lá das profundezas sei lá de onde, desqualificando a OAB.
Quer um espelho pra se enxergar, D´Amico???? Além do espelho, te dou um par de botas pra ir caçar sapo no meio do brejo!
Pelo jeito, pagar o Zamariola que deve estar cobrando a peso de ouro, pagar tradutores e tradutoras Português - Inglês, manter website, pagar webdesigners, "manter" o juiz marido da senior associated tá saindo caro... só USD200 mil cobre as dívidas trabalhistas e honorários? É, vocês não podem mais vender canequinhas, aventais de cozinha, chaveirinhos, camisetas com a carinha do Sean e esse livro que não sai, né? Teve pré-venda, pouca gente comprou (rsrsrsrs!!!).... e ainda essa turma de brasileiros vem atrapalhar os negócios, né?! Dureza!
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Nota a Imprensa: Tostes & Advogados Associados

Nesta sexta-feira, 25/03/2011, o Dr. Sérgio Tostes, advogado da familia Bianchi Ribeiro divulgou uma nota a imprensa onde denuncia as "condições razoáveis" exigidas por David Goldman e seus advogados liderados pela advogada Patricia Apy.
A noticia tem repercurtido na imprensa Brasileira e nas redes sociais, causando grande indignação em todos os que leram o texto a seguir, pelas razoavelmente absurdas condições ditadas.
NOTA À IMPRENSA
Tostes & Associados Advogados
Nota do advogado Sergio Tostes sobre o Caso Sean Goldman
mar 25 2011
Os advogados Ricardo Zamariola Jr. e Patricia Apy divulgaram nota à imprensa na data de ontem com o “propósito de restabelecer a verdade”. Ao contrário do afirmado, a nota afronta a verdade e os fatos. A verdade é sempre baseada em fatos comprováveis, conforme o relato abaixo.
a) O Sr. David Goldman impediu de todas as formas a visitação dos avós brasileiros, afirmando veementemente perante a Justiça de Nova Jersey que o encontro de Sean com seus avós seria pernicioso à estabilidade emocional do menor;
b) Os advogados brasileiro e americano sempre mentiram quanto à definitividade da autorização judicial que determinou a viagem de Sean para os EUA em 24/12/2009. Não há nenhuma decisão definitiva da Justiça Brasileira sobre o assunto. A matéria está sob exame pelo Superior Tribunal de Justiça e caso a decisão que determinou a viagem de Sean seja reformada, o menino deverá ser devolvido imediatamente ao Brasil;
c) Com o intuito deliberado de encobrir a verdade sobre os procedimentos no Brasil, Goldman e seus advogados sempre estabeleceram como primeira condição para que os avós tivessem qualquer contato com Sean que eles desistissem de todas as ações judiciais em andamento no Brasil;
d) A decisão do Ministro Gilmar Mendes, que teve como consequência a entrega de Sean ao Consulado Americano no Rio de Janeiro em 24/12/2009, apenas suspendeu uma liminar concedida pelo Ministro Marco Aurélio do STF que determinava a permanência de Sean no Brasil até que ele, Sean, pudesse manifestar sua vontade em Juízo;
e) A decisão monocrática do Ministro Gilmar Mendes, com todo respeito a Sua Exa., é questionável e foi objeto do recurso próprio. E, principalmente, não é uma decisão final do Supremo Tribunal Federal, como vem sendo deturpadamente afirmado nos Estados Unidos;
f) O advogado brasileiro do Sr. Goldman já afirmou pela imprensa que, se a decisão final da Justiça Brasileira determinar o retorno de Sean ao Brasil, ela não será cumprida, pois a matéria está sujeita exclusivamente à jurisdição de Nova Jersey, EUA;
g) As afirmações feitas pelo Sr. David Goldman no processo em Nova Jersey, no tocante à visitação, sempre foram desrespeitosas às instituições brasileiras e tornaram totalmente inviável a liberdade de comunicação entre os avós e o neto;
h) A decisão proferida pela Corte Estadual de Nova Jersey em 17/02/2011 proibiu os avós de terem qualquer contato com Sean. Os avós maternos são nela apresentados como facínoras internacionais para justificar a afirmação de que seu contato com Sean representa uma ameaça à integridade física e psicológica do menor. A mentira dos advogados do Sr. David Goldman pode ser constatada por quem quer que acesse a decisão judicial pela internet;
i) O Sr. David Goldman recusou-se a permitir a visita consular por representantes do Consulado Geral do Brasil em Nova York. O Cônsul Geral em Nova York é testemunha dessa recusa;
j) Os próprios advogados do Sr. David Goldman se incumbem de se desmascarar, relatando os encontros que tiveram com os representantes do Consulado de Nova York, no qual estabeleceram condições atentatórias à Soberania Nacional do Brasil;
k) Não se sabe que providências foram tomadas pelas autoridades consulares brasileiras nem pelo Ministério das Relações Exteriores em relação aos desrespeitos praticados pelos advogados do Sr. David Goldman.
l) Numa tentativa desesperada de ver o neto, em 22 de setembro de 2010, os avós concordaram com duas condições impostas: i – desistiriam das ações no Brasil, e ii – aceitariam ter reuniões com o psicólogo americano de Sean, em preparação para a visita a Sean.
m) Em 22 de setembro, a advogada Patricia Apy estabeleceu 8 (oito) novas condições, dentre outras:
- os avós deveriam pagar oito (sessões) preparatórias com o psicólogo, que os instruiria sobre como se comportarem com Sean. Se, depois dessas sessões, o psicólogo achasse que a visita não representaria nenhum “perigo” para Sean, a seu exclusivo critério, as visitas seriam autorizadas.
- os encontros com Sean, se e quando houvessem, seriam na presença do psicólogo e somente poderiam falar em inglês.
- um tradutor estaria presente para a eventualidade de alguma palavra ser dita em português.
- os avós jamais falariam qualquer coisa sobre situações que recordassem Sean de sua vida no Brasil.
- nenhuma outra pessoa, além dos avós, nem mesmo sua irmã Chiara, poderia visitar Sean.
- a seu exclusivo critério, Goldman poderia interromper a visitação, a qualquer momento.
- nenhum presente poderia ser dado a Sean, sem a antecedente aprovação de Goldman.
- os passaportes dos avós maternos deveriam ficar retidos pela autoridade judicial durante toda a sua permanência nos Estados Unidos.
- o pagamento antecipado e imediato de U$S 204.890,62 (duzentos e quatro mil, oitocentos e noventa dólares e sessenta e dois centavos) a advogada Patricia Apy e ao próprio David Goldman.
n) A comunicação do estado terminal de saúde do Sr. Raimundo Carneiro Ribeiro, acompanhada de laudo médico, foi encaminhado à Corte de Nova Jersey em 11/02/2011, antes de o Juiz proibir que Sean sequer visse seus avós. O Juiz se omitiu sobre esse fato. Com o agravamento do estado de saúde foi feita comunicação direta à advogada de Goldman em 23/02/2011, com a solicitação de que Sean fosse informado e que fosse possibilitado ao avô rever o neto querido, pela última vez, antes de morrer;
o) A comunicação foi tratada de forma desumana e indecorosa por parte de Goldman e sua advogada. A própria nota dos advogados de Goldman indica que eles sugeriram um encontro com os seus avós em um país próximo ao Brasil, o que representa deboche aos mais comezinhos princípios de respeito humano, pois o Sr. Carneiro Ribeiro estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Copa D’Or no Rio de Janeiro, sem nenhuma condição de qualquer deslocamento;
p) A expressa recomendação, sem nenhuma justificativa, dos advogados brasileiros e americanos do Sr. David Goldman para que o menor Sean não venha ao Brasil para as solenidades relativas ao falecimento do seu avô é a demonstração cabal de desrespeito aos direitos individuais de Sean e demonstra e confirma o tipo de tratamento pernicioso que vem recebendo de seu pai biológico.
q) O signatário reafirma que recebeu informações de fontes fidedignas de que Sean está sofrendo de obesidade mórbida, e lança o desafio aos advogados que ponham Sean em contato com seus parentes brasileiros, como única forma de provar que Sean não está sendo sujeito a maus tratos físicos e psicológicos;
Após o falecimento do avô, Sean sequer deu um telefonema a sua avó. A alienação parental praticada por David Goldman sobre Sean está totalmente configurada.
O contato imediato de Sean com seus parentes brasileiros, especialmente com sua irmã Chiara, de 2 anos e seis meses, se impõe como ato de respeito à dignidade da pessoa humana e de piedade cristã.
As afirmações acima, todas verdadeiras e documentalmente comprováveis, são de responsabilidade exclusiva do advogado signatário.
Sergio Tostes
Vou me abster de postar as conclusões da equipe. Pessoas no Orkut, Twitter e Facebook estão, neste exato momento, expressando integralmente o pensamento reinante na equipe deste blog.
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Desumanidade,
Nota para a imprensa,
Sérgio Tostes
E, atendendo a pedidos da moçada, futebol BRASILEIRO!
http://www.youtube.com/watch?v=SGQDGpWjLBM
(Hino do Flamengo)
http://www.youtube.com/watch?v=WIqjJCohaK0&feature=related
(Hino do Vasco)
http://www.youtube.com/watch?v=n9eubiXerB8
(Hino do Botafogo)
http://www.youtube.com/watch?v=U7Swuem1Ogc
(Torcida do Flamengo)
http://www.youtube.com/watch?v=d7jakG5LkuY
(Torcida do Vasco fazendo festa)
http://www.youtube.com/watch?v=NfJJLVcqt5c
(Torcida do Botafogo numa partida contra o Palmeiras em 2010)
Torcida do São Paulo FC nadando no Estádio do Morumbi, antes da partida SPFC x Palmeiras (Campeonato Paulista/ 2011).
A chuva em São Paulo foi tão forte que transformou o Morumbi em piscina.
(Hino do Flamengo)
http://www.youtube.com/watch?v=WIqjJCohaK0&feature=related
(Hino do Vasco)
http://www.youtube.com/watch?v=n9eubiXerB8
(Hino do Botafogo)
http://www.youtube.com/watch?v=U7Swuem1Ogc
(Torcida do Flamengo)
http://www.youtube.com/watch?v=d7jakG5LkuY
(Torcida do Vasco fazendo festa)
http://www.youtube.com/watch?v=NfJJLVcqt5c
(Torcida do Botafogo numa partida contra o Palmeiras em 2010)
A cena mais engraçada do Futebol Brasileiro neste 1o. semestre:
http://www.youtube.com/watch?v=jbkp6HKpoFQ
Torcida do São Paulo FC nadando no Estádio do Morumbi, antes da partida SPFC x Palmeiras (Campeonato Paulista/ 2011).
A chuva em São Paulo foi tão forte que transformou o Morumbi em piscina.
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Prêmio óleo de peroba de todos os tempos vai para... Patricia Apy & cia.!
Em resposta as denúncias DE VIZINHOS RESIDENTES EM NEW JERSEY (clique para ler mais no blog) de que Sean está sofrendo de depressão e em virtude dessa doença, está com obesidade mórbida, o último lançamento das organizações tabajara, vulgo advogados do pai biológico do Sean foi uma nota divulgada à imprensa no dia 24/03/2011 em que "afirmando que a familia Brasileira foi contactada para que Sean visitasse o avô (um homem de 65 anos, com câncer em estado terminal, que o levou a óbito na última segunda-feira a noite como foi noticiado neste blog) em um país próximo ao Brasil, caso o sr. Raimundo não pudesse viajar aos EUA."
Advogado diz que David Goldman deixou Sean ver avô antes de morrer
"Quanta benevolência"!!!!!!! Mas, sério, QUANTA MENTIRA dessa turma de advogados!!!!!!!
Existem alguns fatos que são inegáveis:
1.Vivendo há quinze meses nos EUA, Sean somente pode entrar em contato com os parentes no Brasil duas vezes - a última no natal de 2010 -, sendo que os aparelhos que levou na bagagem foram confiscados pelo pai biológico.
2. Quando Sean lhe fora entregue no Consulado dos EUA no Rio, Goldman disse à avó: "vocês não perderão contato. Não farei o que vocês fizeram comigo". Tal frase de efeito, típico de filme, fora repetida outras vezes, inclusive na tv. E o que ele tem feito???
3. Ele fez exigências para "permitir a visitação dos avós, entre elas que O CASO NÃO FOSSE MAIS COMENTADO NA MÍDIA NO BRASIL. Engraçado...! Novamente vou ter que bater nessa tecla: quando a Justiça Brasileira colocou em Sigilo de Justiça o processo que estava na Vara de Familia, Goldman tanto fez, tanto fez que acabou dando publicidade ao caso no BRASIL! Agora não quer mais? Porquê? Vai atrapalhar os negócios?
4. O sr. Raimundo sofria de um câncer de pulmão que se manifestou de forma extremamente agressiva, metastaseando rapidamente e o levando a óbito em poucos meses; Como é que ele poderia sequer sair do Rio de Janeiro e do hospital para viajar para "um país próximo ao Brasil" em caso de não poder viajar aos EUA?
(No meu idioma adquirido na Vila Mariana, a resposta para tamanho descalabro é: "vai tirar sarro da cara de bruxa da tua mãe, Goldman, seu sádico!")
Sendo assim, É DE UMA LÓGICA GRITANTE que Goldman, Apy & quadrilha bela estão escondendo de Sean o falecimento do avô dele e NUNCA essa turma entrou em contato com a familia ou seus representantes Legais para combinar "um encontro". Esse papo vem como uma peneira: para tampar o sol e, MAIS UMA VEZ tentar manipular a opinião pública, inclusive o STJ.
Por fim........
A menos que se queira ver a Bíblia queimando, não façam a turma das organizações tabajara jurar com a mão sobre o Livro Sagrado! É querer ligar para o 193.
Advogado diz que David Goldman deixou Sean ver avô antes de morrer
"Quanta benevolência"!!!!!!! Mas, sério, QUANTA MENTIRA dessa turma de advogados!!!!!!!
Existem alguns fatos que são inegáveis:
1.Vivendo há quinze meses nos EUA, Sean somente pode entrar em contato com os parentes no Brasil duas vezes - a última no natal de 2010 -, sendo que os aparelhos que levou na bagagem foram confiscados pelo pai biológico.
2. Quando Sean lhe fora entregue no Consulado dos EUA no Rio, Goldman disse à avó: "vocês não perderão contato. Não farei o que vocês fizeram comigo". Tal frase de efeito, típico de filme, fora repetida outras vezes, inclusive na tv. E o que ele tem feito???
3. Ele fez exigências para "permitir a visitação dos avós, entre elas que O CASO NÃO FOSSE MAIS COMENTADO NA MÍDIA NO BRASIL. Engraçado...! Novamente vou ter que bater nessa tecla: quando a Justiça Brasileira colocou em Sigilo de Justiça o processo que estava na Vara de Familia, Goldman tanto fez, tanto fez que acabou dando publicidade ao caso no BRASIL! Agora não quer mais? Porquê? Vai atrapalhar os negócios?
4. O sr. Raimundo sofria de um câncer de pulmão que se manifestou de forma extremamente agressiva, metastaseando rapidamente e o levando a óbito em poucos meses; Como é que ele poderia sequer sair do Rio de Janeiro e do hospital para viajar para "um país próximo ao Brasil" em caso de não poder viajar aos EUA?
(No meu idioma adquirido na Vila Mariana, a resposta para tamanho descalabro é: "vai tirar sarro da cara de bruxa da tua mãe, Goldman, seu sádico!")
Sendo assim, É DE UMA LÓGICA GRITANTE que Goldman, Apy & quadrilha bela estão escondendo de Sean o falecimento do avô dele e NUNCA essa turma entrou em contato com a familia ou seus representantes Legais para combinar "um encontro". Esse papo vem como uma peneira: para tampar o sol e, MAIS UMA VEZ tentar manipular a opinião pública, inclusive o STJ.
Por fim........
A menos que se queira ver a Bíblia queimando, não façam a turma das organizações tabajara jurar com a mão sobre o Livro Sagrado! É querer ligar para o 193.
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Nota para a imprensa,
Patricia Apy,
Pega na mentira,
visitação
quarta-feira, 23 de março de 2011
Vizinhos em New Jersey denunciam obesidade mórbida e depressão de Sean
Nesta noite de quarta-feira, 23 de março, quase dois dias depois do falecimento do sr. Raimundo, avô do menor Sean, 10 anos, os portais de noticia do Brasil estão divulgando a escandalosa noticia de que chegou aos advogados da familia denúncias de que Sean está com obesidade mórbida e depressão, o que faria com que ele fosse mantido recluso pelo pai, David Goldman.
No R7:
publicado em 23/03/2011 às 13h18: atualizado em: 23/03/2011 às 13h59
Menino Sean teria quadro de
obesidade mórbida e depressão nos EUA
Advogado da família brasileira foi informado sobre saúde do garoto por vizinhos
O menino Sean Goldman, que mora com o pai nos Estados Unidos e cuja disputa pela guarda com a família brasileira provocou uma longa luta judicial, estaria com obesidade mórbida, juntamente com um quadro depressivo.
No Portal do jornal O Globo:
Publicado em 22/03/2011, às 23:32hs
"Quadro depressivo: Sean Goldman teria obesidade mórbida hoje"
No Yahoo Noticias:
Por O Globo Agência O Globo – ter, 22 de mar de 2011 23:32 BRT
Advogado: Sean Goldman teria obesidade mórbida hoje
RIO - O menino Sean Goldman estaria com obesidade mórbida motivada por um quadro depressivo e, por isso, sendo mantido recluso pelos parentes americanos. A informação foi dada na terça-feira pelo advogado da família do garoto no Brasil, Sérgio Tostes. Ele e parentes brasileiros de Sean tentaram insistentemente avisar o menino da morte do avô Raimundo, enterrado na terça no Memorial do Carmo, mas não obtiveram sucesso.
Sean não fala com os parentes no Brasil desde que foi entregue ao pai americano, David Goldman, em 24 de dezembro de 2009. A avó materna do menino, Silvana Bianchi, disse na terça-feira que ainda aguarda a intervenção do governo brasileiro no caso.
( Família quer que Barack Obama interceda no caso do menino Sean )
( Para avó, Sean Goldman vive em cárcere privado )
NO PORTAL DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES:
Advogado: Sean teria obesidade mórbida hoje
Assunto:
Resenha:
Menino que vive com pai nos EUA ainda não sabe da morte do avô
O menino Sean Goldman estaria com obesidade mórbida motivada por um quadro depressivo e, por isso, sendo mantido recluso pelos parentes americanos. A informação foi dada ontem pelo advogado da família do garoto no Brasil, Sérgio Tostes. Ele e parentes brasileiros de Sean tentaram insistentemente avisar o menino da morte do avô Raimundo, enterrado ontem no Memorial do Carmo, mas não obtiveram sucesso.
Data:
23/03/2011 00:00
A noticia está repercurtindo.
Pergunto a Imprensa Brasileira - a mesma que está repercurtindo a noticia: Será que Goldman vai dar nos vizinhos dedo-duros a mesma congesta que ele dá em vocês, cada vez que vocês resolvem fazer uma entrevista para mostrar "a-familia-feliz-que-fora-separada-por-sequestradores"??? Ou ele vai fazer um tratamento de esvaziamento instantâneo no menino para ele voltar a ser o mesmo de sempre???
No R7:
publicado em 23/03/2011 às 13h18: atualizado em: 23/03/2011 às 13h59
Menino Sean teria quadro de
obesidade mórbida e depressão nos EUA
Advogado da família brasileira foi informado sobre saúde do garoto por vizinhos
O menino Sean Goldman, que mora com o pai nos Estados Unidos e cuja disputa pela guarda com a família brasileira provocou uma longa luta judicial, estaria com obesidade mórbida, juntamente com um quadro depressivo.
No Portal do jornal O Globo:
Publicado em 22/03/2011, às 23:32hs
"Quadro depressivo: Sean Goldman teria obesidade mórbida hoje"
No Yahoo Noticias:
Por O Globo Agência O Globo – ter, 22 de mar de 2011 23:32 BRT
Advogado: Sean Goldman teria obesidade mórbida hoje
RIO - O menino Sean Goldman estaria com obesidade mórbida motivada por um quadro depressivo e, por isso, sendo mantido recluso pelos parentes americanos. A informação foi dada na terça-feira pelo advogado da família do garoto no Brasil, Sérgio Tostes. Ele e parentes brasileiros de Sean tentaram insistentemente avisar o menino da morte do avô Raimundo, enterrado na terça no Memorial do Carmo, mas não obtiveram sucesso.
Sean não fala com os parentes no Brasil desde que foi entregue ao pai americano, David Goldman, em 24 de dezembro de 2009. A avó materna do menino, Silvana Bianchi, disse na terça-feira que ainda aguarda a intervenção do governo brasileiro no caso.
( Família quer que Barack Obama interceda no caso do menino Sean )
( Para avó, Sean Goldman vive em cárcere privado )
NO PORTAL DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES:
Advogado: Sean teria obesidade mórbida hoje
Assunto:
Resenha:
Menino que vive com pai nos EUA ainda não sabe da morte do avô
O menino Sean Goldman estaria com obesidade mórbida motivada por um quadro depressivo e, por isso, sendo mantido recluso pelos parentes americanos. A informação foi dada ontem pelo advogado da família do garoto no Brasil, Sérgio Tostes. Ele e parentes brasileiros de Sean tentaram insistentemente avisar o menino da morte do avô Raimundo, enterrado ontem no Memorial do Carmo, mas não obtiveram sucesso.
Data:
23/03/2011 00:00
A noticia está repercurtindo.
Pergunto a Imprensa Brasileira - a mesma que está repercurtindo a noticia: Será que Goldman vai dar nos vizinhos dedo-duros a mesma congesta que ele dá em vocês, cada vez que vocês resolvem fazer uma entrevista para mostrar "a-familia-feliz-que-fora-separada-por-sequestradores"??? Ou ele vai fazer um tratamento de esvaziamento instantâneo no menino para ele voltar a ser o mesmo de sempre???
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Caso Sean,
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Obesidade morbida,
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