Em virtude do falecimento do sr. Raimundo, a versão em inglês deste blog teve o seu primeiro post, para caso o Sean venha a procurar informações sobre a familia na lingua Inglesa.
http://letseanspeakup.blogspot.com/
Fizemos todo o possivel para redigir um bom texto naquela língua, um texto adequado para a situação e que realmente informará a quem (o Sean, pode ser, ou algum coleguinha de escola que lhe repasse informações) quiser saber o que está acontecendo.
terça-feira, 22 de março de 2011
Luto
É dever deste blog informar o passamento do sr. RAIMUNDO CARNEIRO RIBEIRO, 65 anos, ontem a noite (21/03/2011) no Hospital Copa D´Or, Copacabana, Rio de Janeiro, em decorrência de câncer de pulmão. O enterro ocorreu hoje, 22/03/2011, no Cemitério do Caju, na mesma cidade, às 14 horas.
O Sr. Raimundo deixa a esposa Silvana, o filho Lucca e dois netos, Sean e Chiara.
Deixamos aqui todo o nosso carinho e sentimentos por mais esta perda e reinteramos o nosso apoio e apreço a familia Bianchi Carneiro Ribeiro.
O Sr. Raimundo deixa a esposa Silvana, o filho Lucca e dois netos, Sean e Chiara.
Deixamos aqui todo o nosso carinho e sentimentos por mais esta perda e reinteramos o nosso apoio e apreço a familia Bianchi Carneiro Ribeiro.
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sr. Raimundo Carneiro Ribeiro
sábado, 19 de março de 2011
Visita do Pres. Obama e uma aulinha de 1o. semestre de Direito
Família brasileira de Sean pede intervenção de Dilma
17/03/2011 - 21h23
Brasília - A família brasileira do menino Sean Goldman, de 10 anos, quer que a presidente Dilma Rousseff peça a intervenção do presidente Barack Obama, junto ao judiciário americano, para garantir o direito de visita dos avós maternos da criança. Desde que ele foi devolvido ao pai, o americano David Goldman, em dezembro de 2009, a avó falou duas vezes com o menino por telefone.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/03/17/familia-brasileira-de-sean-pede-intervencao-de-dilma.jhtm
Agora, este ótimo desafio para alunos de 1o. semestre de Direito.
http://nalei.com.br/blog/alta-tensao-desafio-de-direito-civil-2712/
Reparem bem na resposta do aluno. É de arrepiar.
17/03/2011 - 21h23
Brasília - A família brasileira do menino Sean Goldman, de 10 anos, quer que a presidente Dilma Rousseff peça a intervenção do presidente Barack Obama, junto ao judiciário americano, para garantir o direito de visita dos avós maternos da criança. Desde que ele foi devolvido ao pai, o americano David Goldman, em dezembro de 2009, a avó falou duas vezes com o menino por telefone.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/03/17/familia-brasileira-de-sean-pede-intervencao-de-dilma.jhtm
Agora, este ótimo desafio para alunos de 1o. semestre de Direito.
http://nalei.com.br/blog/alta-tensao-desafio-de-direito-civil-2712/
Reparem bem na resposta do aluno. É de arrepiar.
***
NA BERLINDA
Só para constar: parece que o/a "webtranslator" do BSH resolveu não ser mais sacana e parou de distorcer as traduções.
Virou Mrs. Por que (Por que será, heim?).
Visita de Barack Obama ao Brasil
Neste sábado, 19/03/2011, Às 07:30h horário de Brasilia, desembarcou no Brasil o Presidente dos EUA, Barack Obama, sua esposa Michelle, as duas filhas do casal, a sogra do presidente e a madrinha de uma das meninas.
O Presidente dos EUA subiu a rampa do Palácio do Planalto e foi recebido pela Sra. Presidenta Dilma Rousseff. Fizeram uma rápida reunião, antecedida por uma visita a exposição de obras Brasileiras que retratam a mulher Brasileira (entre as obras, está exposto "Abapuru", de Tarcila do Amaral) e depois da reunião, fizeram seus discursos protocolares.
http://g1.globo.com/obama-no-brasil/noticia/2011/03/dilma-volta-pedir-vaga-em-conselho-da-onu-ao-falar-durante-almoco.html
Até ai, tudo dentro dos conformes.
Quero saber SE a Presidenta Dilma, na tal reunião, citou a questão Sean Bianchi (Goldman), que é tão importante para este blog.
E... perguntar não ofende: o que Mr. Obama vai falar amanhã no RJ? Vai encher linguiça como tem feito nas ultimas horas ou vai falar o que REALMENTE interessa a uma muito especial familia carioca? Porque, ao que me parece, ele veio nos "alisar" para conseguir o petróleo do Pré-Sal a precinho camarada - e não discutir questões importantes como é o Caso Sean.
O Presidente dos EUA subiu a rampa do Palácio do Planalto e foi recebido pela Sra. Presidenta Dilma Rousseff. Fizeram uma rápida reunião, antecedida por uma visita a exposição de obras Brasileiras que retratam a mulher Brasileira (entre as obras, está exposto "Abapuru", de Tarcila do Amaral) e depois da reunião, fizeram seus discursos protocolares.
http://g1.globo.com/obama-no-brasil/noticia/2011/03/dilma-volta-pedir-vaga-em-conselho-da-onu-ao-falar-durante-almoco.html
Até ai, tudo dentro dos conformes.
Quero saber SE a Presidenta Dilma, na tal reunião, citou a questão Sean Bianchi (Goldman), que é tão importante para este blog.
E... perguntar não ofende: o que Mr. Obama vai falar amanhã no RJ? Vai encher linguiça como tem feito nas ultimas horas ou vai falar o que REALMENTE interessa a uma muito especial familia carioca? Porque, ao que me parece, ele veio nos "alisar" para conseguir o petróleo do Pré-Sal a precinho camarada - e não discutir questões importantes como é o Caso Sean.
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domingo, 6 de março de 2011
Pega o Dave na mentiiiiraaaaaaaaa! - Parte #250
Voltando lá no famoso documento emitido em 17 de fevereiro de 2011, onde os advogados e o próprio declaram que
"Bruna havia registrado o nascimento de Sean no Consulado Brasileiro de Nova Iorque em 6 de outubro de 2000 e à ele foi subsequentemente cedido um passaporte e Certidão de Nascimento Brasileiros (2) - (2) Não está claro nos autos se David estava ciente de ou conssentiu essas ações de Bruna".
Eis a Resposta (préviamente respondida neste blog em...): SIM, ELE SABIA! ELE TINHA CIÊNCIA!!!
Veja no website do CONSULADO BRASILEIRO DE NOVA IORQUE os REQUISITOS para registro de menores de idade, filhos de Cidadãos Brasileiros.
http://novayork.itamaraty.gov.br/pt-br/nascimento.xml
1) certidão de nascimento americana, da qual conste o nome de ambos os genitores - original e uma cópia por registro;
2) carteira de identidade brasileira (cópia da frente e verso) ou passaporte brasileiro (cópia das paginas 1, 2 e 3) do(s) genitor(es) - original e uma cópia por registro;
3) certidão de casamento brasileira, se os pais forem casados no Brasil ou se já registraram o casamento no Consulado, ou certidões de nascimento de ambos os pais - original e uma cópia por registro;
4) se um dos genitores for estrangeiro, certidão de nascimento e o respectivo passaporte (o passaporte poderá ser substituído pela "driver's license" se o genitor for americano) - original e uma cópia por registro;
5) formulário fornecido gratuitamente pelo Consulado, ou baixado neste sítio, devidamente preenchido e assinado pelo pai ou mãe brasileiro(a), sem abreviaturas, à máquina ou em letra de imprensa, com caneta azul ou preta;
6) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade do registrando com foto e assinatura;
7) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade dos pais, com foto e assinatura; no caso de registro de maiores de 18 anos, deverão também ser apresentadas duas testemunhas que confirmem conhecer o registrando, portando documento de identidade com foto e assinatura; alternativamente, o registrando poderá trazer dois affidavits (ver modelo) de testemunhas que declarem conhecê-lo, com assinaturas reconhecidas por Notário Público (Notary Public), juntamente com cópia dos documentos de identidade com foto e assinatura das testemunhas.
Uma perguntinha: aquele documento de 17/02/2011 é oficial, né? Então, presume-se que devia constar A VERDADE nele.
PERJÚRIO é crime nos EUA, mesmo que tenha ocorrido através de um documento de "opinião"?
Faça o correto, Goldman: pára com essa briga besta, com essa sua marra, com esse revanchismo imbecil e
DEIXE O SEAN FALAR!
DEIXE O SEAN VER SEUS FAMILIARES BRASILEIROS SEM RESTRIÇÃO!
"Bruna havia registrado o nascimento de Sean no Consulado Brasileiro de Nova Iorque em 6 de outubro de 2000 e à ele foi subsequentemente cedido um passaporte e Certidão de Nascimento Brasileiros (2) - (2) Não está claro nos autos se David estava ciente de ou conssentiu essas ações de Bruna".
Eis a Resposta (préviamente respondida neste blog em...): SIM, ELE SABIA! ELE TINHA CIÊNCIA!!!
Veja no website do CONSULADO BRASILEIRO DE NOVA IORQUE os REQUISITOS para registro de menores de idade, filhos de Cidadãos Brasileiros.
http://novayork.itamaraty.gov.br/pt-br/nascimento.xml
1) certidão de nascimento americana, da qual conste o nome de ambos os genitores - original e uma cópia por registro;
2) carteira de identidade brasileira (cópia da frente e verso) ou passaporte brasileiro (cópia das paginas 1, 2 e 3) do(s) genitor(es) - original e uma cópia por registro;
3) certidão de casamento brasileira, se os pais forem casados no Brasil ou se já registraram o casamento no Consulado, ou certidões de nascimento de ambos os pais - original e uma cópia por registro;
4) se um dos genitores for estrangeiro, certidão de nascimento e o respectivo passaporte (o passaporte poderá ser substituído pela "driver's license" se o genitor for americano) - original e uma cópia por registro;
5) formulário fornecido gratuitamente pelo Consulado, ou baixado neste sítio, devidamente preenchido e assinado pelo pai ou mãe brasileiro(a), sem abreviaturas, à máquina ou em letra de imprensa, com caneta azul ou preta;
6) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade do registrando com foto e assinatura;
7) no caso de registro de maiores de 18 anos, documento de identidade dos pais, com foto e assinatura; no caso de registro de maiores de 18 anos, deverão também ser apresentadas duas testemunhas que confirmem conhecer o registrando, portando documento de identidade com foto e assinatura; alternativamente, o registrando poderá trazer dois affidavits (ver modelo) de testemunhas que declarem conhecê-lo, com assinaturas reconhecidas por Notário Público (Notary Public), juntamente com cópia dos documentos de identidade com foto e assinatura das testemunhas.
Uma perguntinha: aquele documento de 17/02/2011 é oficial, né? Então, presume-se que devia constar A VERDADE nele.
PERJÚRIO é crime nos EUA, mesmo que tenha ocorrido através de um documento de "opinião"?
Faça o correto, Goldman: pára com essa briga besta, com essa sua marra, com esse revanchismo imbecil e
DEIXE O SEAN FALAR!
DEIXE O SEAN VER SEUS FAMILIARES BRASILEIROS SEM RESTRIÇÃO!
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Wladimir e David: algumas semelhanças e MUITAS diferenças
Eu nunca gostei de novelas pelo compromisso, de todos os dias, de segunda a sexta, no mesmo horário, no mesmo bat-canal, ter que ficar na frente na televisão por 50 minutos, sem ter o direito a uma reprise do último episódio no final de semana. Por isso, prefiro os seriados que, mesmo sendo estrangeiros, tem temáticas ótimas. Assisti as seis temporadas de "24" (24 Horas), as seis temporadas de Lost - para descobrir o que sempre suspeitava: todo mundo tinha empacotado no acidente de avião!
Minha atual série favorita é The Dead Zone.
Porém, até eu me encher de assistir novelas, assisti a algumas centenas delas. O suficiente para, depois da primeira semana, já saber que tem sempre um velho dono de uma empresa muito poderosa, que vai meter os pés pelas mãos e vai se apaixonar por uma mocinha pobre. Bla, bla, bla. Graças a essas poucas centenas de novelas que fazem parte do meu currículo, ví o nascimento e consolidação da carreira televisiva de alguns ótimos atores, como Antonio Fagundes, Adriana Esteves e Wladimir Britcha.
Para quem não sabe, Wladimir Britcha, além de um ator mineiro baiano porreta, em sua vida pessoal vive até hoje uma situação delicada: em 1999, sua esposa, a cantora Gena Carla Ribeiro faleceu de porfiria (doença hematológica, cuja manifestação é misteriosa). O casal era pai de uma menininha e Wladimir, por conta de sua carreira no Rio de Janeiro, viajava constantemente entre o Rio e Sergipe para estar sempre junto a sua familia. Quando a mulher morreu, não pode fazer mais do que deixar a filha com a avó materna até que arranjasse melhores condições para levar sua filha para o Rio de Janeiro.
Quando, em 2002, a avó materna simplesmente pediu a guarda da menina, Wladimir iniciou uma batalha parecida com a do americano David Goldman. Só parecida. Mais nada.
Wladimir NUNCA abandonou a sua filha, ele e a mulher estavam juntos e vivendo bem até a doença fazer dele um viúvo.
E quanto a David Goldman?
Por tudo o que lí, o resumo da história é a que venho contando aqui: ele e a ex-mulher não estavam se dando bem; algo aconteceu nos EUA que a assustou e a fez preferir voltar ao Brasil do que se submeter a um casamento que havia acabado antes de começar ou divorciar-se e se submeter as leis PARCIALISTAS dos EUA; Aqui, buscou o divorcio e tentou tudo o que pode para não cortar os laços de seu filho com o pai. Por sua vez, Goldman, misteriosamente, não aceitou as condições da mulher, sequer aceitou o divórcio legítimo - tanto é que em seu website, até hoje consta a palavra "bígama" no que tange ao status de Bruna quanto ao casamento dela com o sr. João Paulo Lins e Silva. Goldman preferiu criar um caso de "sequestro internacional de crianças", com o apoio de alguns "entusiastas visionários de possibilidades capitais". Em todas as viagens de Goldman ao Brasil, até 2008, ele entrou neste país via Aeroporto Internacional de São Paulo, não pelo Aeroporto Tom Jobim, onde naturalmente deveria desembarcar, uma vez que seu filho morava no Rio de Janeiro.
Mas, os advogados de Goldman tem escritório em São Paulo, sobretudo o contratado para acompanhar o divórcio litigioso, na qual degenerou-se o divórcio amistoso proposto por Bruna.
Ele mandava cartões de aniversário, natal, halloween, carnaval, dia das crianças, dia de São Nunca? Ah, sim, e Sean recebeu todos! Ele mandava caixas de presentes a serem retiradas mediante pagamento de taxas para a Receita Federal? Sim, e Sean recebeu todas as tralhinhas, exceto uma caixa.
Isso é ser PAI? Dá para comparar um pai que trabalha até 16 horas por dia, muitas vezes até de madrugada, corre para o aeroporto para voar de 6 a 7 horas a fim trazer dinheiro e carinho para sua familia? Dá para comparar um pai como Wladimir Britcha (ver esta entrevista dele de agosto de 2003, clicando aqui) com David Goldman, que PROMETE MAS NÃO CUMPRE? Que encarcera o filho nos EUA, cortando todos os elos do filho com a familia que o menino conhecia, com a cultura que ele tinha como sua, que o impede de falar o idioma que ele ouviu a mãe sussurrar-lhe no ouvido na hora em que ele nasceu - e que ele falou por 5 anos?
Que fique BEM CLARO de uma vez por todas: este blog não é contra os pais!
Não seria contra o David Goldman SE ele se apresentasse mais humilde, mais conciliador, mais flexivel, menos ganancioso e mandasse às favas as más influências que giram em torno dele. Essa gente, a exemplo daqueles que orbitavam em torno dele (e a quem ele frustrou expectativas) quando ele era modelo, tornaram-no uma verdadeira INDÚSTRIA e Sean, em sua "galinha dos ovos de ouro".
Afinal de contas, Wladimir Britcha, um ator de novelas até então em ascenção - não um suposto modelo internacional amigo da uber model Heidi Klum - nunca lucrou um centavo de mel coado com o seu drama familiar, com a inflexibilidade da ex-sogra Juiza de Direito e as idas e vindas pela guarda de sua filha. Por que David Goldman não pode trabalhar, sustentar seu filho, manter um ambiente SAUDÁVEL e amistoso com a familia Brasileira de Sean - inclusive com o viúvo de Bruna e a meia-irmã de Sean? Porque ele tem que lucrar com um drama pessoal de seu filho?
A resposta é simples: ASSIM COMO MUITOS JOGADORES DE FUTEBOL QUE TEM QUE SUSTENTAR UMA ENTOURAGE, UM CORDÃO DE PUXA-SACOS, GOLDMAN CONSTRUIU SUA ENTOURAGE DE SOCIOLOGOS-INFECTOLOGISTAS, VELHOS APOSENTADOS DISPOSTOS A AUMENTAR A RENDA DA APOSENTADORIA, TRADUTORES MAL INTENCIONADOS, MAQUIADORES, CINEGRAFISTAS, CABELEREIROS, BEST BOY GRIPS, DIRETOR, PRODUTOR EXECUTIVO, PUBLICITÁRIOS, ETC, ETC.
Minha atual série favorita é The Dead Zone.
Porém, até eu me encher de assistir novelas, assisti a algumas centenas delas. O suficiente para, depois da primeira semana, já saber que tem sempre um velho dono de uma empresa muito poderosa, que vai meter os pés pelas mãos e vai se apaixonar por uma mocinha pobre. Bla, bla, bla. Graças a essas poucas centenas de novelas que fazem parte do meu currículo, ví o nascimento e consolidação da carreira televisiva de alguns ótimos atores, como Antonio Fagundes, Adriana Esteves e Wladimir Britcha.
Para quem não sabe, Wladimir Britcha, além de um ator mineiro baiano porreta, em sua vida pessoal vive até hoje uma situação delicada: em 1999, sua esposa, a cantora Gena Carla Ribeiro faleceu de porfiria (doença hematológica, cuja manifestação é misteriosa). O casal era pai de uma menininha e Wladimir, por conta de sua carreira no Rio de Janeiro, viajava constantemente entre o Rio e Sergipe para estar sempre junto a sua familia. Quando a mulher morreu, não pode fazer mais do que deixar a filha com a avó materna até que arranjasse melhores condições para levar sua filha para o Rio de Janeiro.
Quando, em 2002, a avó materna simplesmente pediu a guarda da menina, Wladimir iniciou uma batalha parecida com a do americano David Goldman. Só parecida. Mais nada.
Wladimir NUNCA abandonou a sua filha, ele e a mulher estavam juntos e vivendo bem até a doença fazer dele um viúvo.
E quanto a David Goldman?
Por tudo o que lí, o resumo da história é a que venho contando aqui: ele e a ex-mulher não estavam se dando bem; algo aconteceu nos EUA que a assustou e a fez preferir voltar ao Brasil do que se submeter a um casamento que havia acabado antes de começar ou divorciar-se e se submeter as leis PARCIALISTAS dos EUA; Aqui, buscou o divorcio e tentou tudo o que pode para não cortar os laços de seu filho com o pai. Por sua vez, Goldman, misteriosamente, não aceitou as condições da mulher, sequer aceitou o divórcio legítimo - tanto é que em seu website, até hoje consta a palavra "bígama" no que tange ao status de Bruna quanto ao casamento dela com o sr. João Paulo Lins e Silva. Goldman preferiu criar um caso de "sequestro internacional de crianças", com o apoio de alguns "entusiastas visionários de possibilidades capitais". Em todas as viagens de Goldman ao Brasil, até 2008, ele entrou neste país via Aeroporto Internacional de São Paulo, não pelo Aeroporto Tom Jobim, onde naturalmente deveria desembarcar, uma vez que seu filho morava no Rio de Janeiro.
Mas, os advogados de Goldman tem escritório em São Paulo, sobretudo o contratado para acompanhar o divórcio litigioso, na qual degenerou-se o divórcio amistoso proposto por Bruna.
Ele mandava cartões de aniversário, natal, halloween, carnaval, dia das crianças, dia de São Nunca? Ah, sim, e Sean recebeu todos! Ele mandava caixas de presentes a serem retiradas mediante pagamento de taxas para a Receita Federal? Sim, e Sean recebeu todas as tralhinhas, exceto uma caixa.
Isso é ser PAI? Dá para comparar um pai que trabalha até 16 horas por dia, muitas vezes até de madrugada, corre para o aeroporto para voar de 6 a 7 horas a fim trazer dinheiro e carinho para sua familia? Dá para comparar um pai como Wladimir Britcha (ver esta entrevista dele de agosto de 2003, clicando aqui) com David Goldman, que PROMETE MAS NÃO CUMPRE? Que encarcera o filho nos EUA, cortando todos os elos do filho com a familia que o menino conhecia, com a cultura que ele tinha como sua, que o impede de falar o idioma que ele ouviu a mãe sussurrar-lhe no ouvido na hora em que ele nasceu - e que ele falou por 5 anos?
Que fique BEM CLARO de uma vez por todas: este blog não é contra os pais!
Não seria contra o David Goldman SE ele se apresentasse mais humilde, mais conciliador, mais flexivel, menos ganancioso e mandasse às favas as más influências que giram em torno dele. Essa gente, a exemplo daqueles que orbitavam em torno dele (e a quem ele frustrou expectativas) quando ele era modelo, tornaram-no uma verdadeira INDÚSTRIA e Sean, em sua "galinha dos ovos de ouro".
Afinal de contas, Wladimir Britcha, um ator de novelas até então em ascenção - não um suposto modelo internacional amigo da uber model Heidi Klum - nunca lucrou um centavo de mel coado com o seu drama familiar, com a inflexibilidade da ex-sogra Juiza de Direito e as idas e vindas pela guarda de sua filha. Por que David Goldman não pode trabalhar, sustentar seu filho, manter um ambiente SAUDÁVEL e amistoso com a familia Brasileira de Sean - inclusive com o viúvo de Bruna e a meia-irmã de Sean? Porque ele tem que lucrar com um drama pessoal de seu filho?
A resposta é simples: ASSIM COMO MUITOS JOGADORES DE FUTEBOL QUE TEM QUE SUSTENTAR UMA ENTOURAGE, UM CORDÃO DE PUXA-SACOS, GOLDMAN CONSTRUIU SUA ENTOURAGE DE SOCIOLOGOS-INFECTOLOGISTAS, VELHOS APOSENTADOS DISPOSTOS A AUMENTAR A RENDA DA APOSENTADORIA, TRADUTORES MAL INTENCIONADOS, MAQUIADORES, CINEGRAFISTAS, CABELEREIROS, BEST BOY GRIPS, DIRETOR, PRODUTOR EXECUTIVO, PUBLICITÁRIOS, ETC, ETC.
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Wladimir Britcha
quarta-feira, 2 de março de 2011
Permissão do STJ
JÁ ASSINOU O ABAIXO ASSINADO? AINDA DÁ TEMPO!
http://deixemseanfalar.blogspot.com/2011_02_01_archive.html
STJ autoriza irmã do menino Sean a participar do processo
publicado em 01/03/2011 às 17h11:
Por unanimidade, ministros aceitaram argumento de que ela é parte interessada
Gustavo Gantois, do R7, em Brasília
Em mais um capítulo da batalha envolvendo o menino Sean Goldman, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu nesta terça-feira (1º) o pedido para que Chiara Bianchi, irmã de Sean por parte de mãe, atue no processo que pede o retorno da criança ao Brasil. Na prática, a defesa tem agora mais um argumento, desta vez familiar e jurídico, para derrubar a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tibunal Federal), que concedeu, em caráter liminar a entrega de Sean ao seu pai, o americano David Goldman, em dezembro de 2009.
De acordo com a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, Chiara poderá atuar como assistente de seu pai e padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva. O voto da ministra foi ilustrado pelo parecer de uma psicóloga que mostra a ligação de Sean, hoje com dez anos, e Chiara, de dois anos e meio.
- Certo é que, tanto para o pai quanta para a filha e o irmão, houve uma ruptura no vínculo familiar. É exatamente essa abrupta subtração que faz propagar os reflexos deletérios por toda a ordem familiar. Desta forma, o direito da menor C [Chiara] de não ser privada do convívio fraterno agrega valor e dá a perfeita dimensão jurídica exigida para dar o deferimento do pedido de assitência [no processo].
O advogado Sérgio Tostes, que representa a família brasileira no processo, classificou a ida de Sean para os Estados Unidos como "uma violência" e se disse aliviado por, a partir de agora, poder dar voz a Chiara.
- O ato de entrega desse menino no Consulado foi a maior violência já perpetrada nesse país. Ele foi entregue no Consulado sem seu passaporte brasileiro. Tiraram a cidadania dele. A AGU [Advocacia-Geral da União], ao invés de defender os interesses de um brasileiro, decidiu acatar o pedido de um governo estrangeiro. Ele foi extraditado e a irmã pergunta por ele todos os dias.
Sean, que nasceu nos Estados Unidos, veio com mãe, Bruna Bianchi, passar férias no Brasil quando tinha quatro anos, mas eles não retornaram. Bruna casou novamente no Brasil e morreu no parto da segunda filha. Desde a morte da mãe, em 2008, o padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva, passou a criar o garoto no Brasil, ao lado da avó, enquanto o pai biológico travava uma batalha judicial para levar o menino de volta.
Desde então, David iniciou uma batalha judicial para levar o menino de volta. Bianchi se casou novamente e morreu no parto da segunda filha. Em dezembro de 2009, David recebeu uma liminar da Justiça brasileira determinando a devolução do garoto e os dois voltaram juntos para os Estados Unidos.
http://noticias.r7.com/internacional/noticias/stj-autoriza-irma-do-menino-sean-a-participar-do-processo-20110301.html
http://deixemseanfalar.blogspot.com/2011_02_01_archive.html
STJ autoriza irmã do menino Sean a participar do processo
publicado em 01/03/2011 às 17h11:
Por unanimidade, ministros aceitaram argumento de que ela é parte interessada
Gustavo Gantois, do R7, em Brasília
Em mais um capítulo da batalha envolvendo o menino Sean Goldman, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu nesta terça-feira (1º) o pedido para que Chiara Bianchi, irmã de Sean por parte de mãe, atue no processo que pede o retorno da criança ao Brasil. Na prática, a defesa tem agora mais um argumento, desta vez familiar e jurídico, para derrubar a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tibunal Federal), que concedeu, em caráter liminar a entrega de Sean ao seu pai, o americano David Goldman, em dezembro de 2009.
De acordo com a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, Chiara poderá atuar como assistente de seu pai e padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva. O voto da ministra foi ilustrado pelo parecer de uma psicóloga que mostra a ligação de Sean, hoje com dez anos, e Chiara, de dois anos e meio.
- Certo é que, tanto para o pai quanta para a filha e o irmão, houve uma ruptura no vínculo familiar. É exatamente essa abrupta subtração que faz propagar os reflexos deletérios por toda a ordem familiar. Desta forma, o direito da menor C [Chiara] de não ser privada do convívio fraterno agrega valor e dá a perfeita dimensão jurídica exigida para dar o deferimento do pedido de assitência [no processo].
O advogado Sérgio Tostes, que representa a família brasileira no processo, classificou a ida de Sean para os Estados Unidos como "uma violência" e se disse aliviado por, a partir de agora, poder dar voz a Chiara.
- O ato de entrega desse menino no Consulado foi a maior violência já perpetrada nesse país. Ele foi entregue no Consulado sem seu passaporte brasileiro. Tiraram a cidadania dele. A AGU [Advocacia-Geral da União], ao invés de defender os interesses de um brasileiro, decidiu acatar o pedido de um governo estrangeiro. Ele foi extraditado e a irmã pergunta por ele todos os dias.
Sean, que nasceu nos Estados Unidos, veio com mãe, Bruna Bianchi, passar férias no Brasil quando tinha quatro anos, mas eles não retornaram. Bruna casou novamente no Brasil e morreu no parto da segunda filha. Desde a morte da mãe, em 2008, o padrasto de Sean, João Paulo Lins e Silva, passou a criar o garoto no Brasil, ao lado da avó, enquanto o pai biológico travava uma batalha judicial para levar o menino de volta.
Desde então, David iniciou uma batalha judicial para levar o menino de volta. Bianchi se casou novamente e morreu no parto da segunda filha. Em dezembro de 2009, David recebeu uma liminar da Justiça brasileira determinando a devolução do garoto e os dois voltaram juntos para os Estados Unidos.
http://noticias.r7.com/internacional/noticias/stj-autoriza-irma-do-menino-sean-a-participar-do-processo-20110301.html
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